Pular para o conteúdo
Sábado, 31 de outubro de 2026

Sistema Cantareira sobe a 50,69% e segue na faixa de atenção

Em novembro, o sistema continuará na Faixa 2, que limita a captação da Sabesp a 31 mil litros por segundo; no fim de setembro, estava em 41,10%.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Vista aérea de um reservatório do Sistema Cantareira cercado por morros verdes. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Vista aérea de um reservatório do Sistema Cantareira cercado por morros verdes.
Resumo em 30 segundos

O Sistema Cantareira chegou a 50,69% do volume útil em 30 de outubro, ante 41,10% no fim de setembro. Mesmo com a recuperação, permanecerá na Faixa 2 – Atenção em novembro. A classificação permite à Sabesp captar até 31 mil litros de água por segundo e abrange municípios além da Região Metropolitana de São Paulo.

O Sistema Cantareira acumulava 50,69% de seu volume útil nesta sexta-feira, 30 de outubro, após fechar setembro com 41,10%. Apesar da alta de quase dez pontos percentuais, o reservatório permanece na Faixa 2 – Atenção e seguirá nessa classificação em novembro, segundo comunicado da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas).

A Faixa 2 se aplica quando o armazenamento fica entre 40% e 60% do volume útil. A classificação segue critérios da Resolução Conjunta nº 925/2017, que define as regras de operação conforme o nível dos reservatórios. Assim, a recuperação registrada em outubro não significa que o sistema tenha deixado a condição de atenção.

Em novembro, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) poderá retirar até 31 mil litros de água por segundo do Cantareira. Em condições normais, o limite pode chegar a 33 mil litros por segundo. A restrição acompanha a faixa de operação vigente e estabelece quanto a companhia pode captar do sistema.

As agências afirmaram que o aumento do armazenamento melhora as perspectivas de segurança hídrica, mas ressaltaram a necessidade de preservar os estoques. Entre as medidas recomendadas estão reduzir perdas na distribuição, tornar mais eficiente o uso da água pelos serviços de abastecimento e incentivar o consumo consciente entre moradores e demais usuários das bacias atendidas.

O Cantareira abastece aproximadamente metade da população da Região Metropolitana de São Paulo e também fornece água a municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Campinas está entre as cidades atendidas. Por isso, o nível do sistema tem efeitos sobre uma área que ultrapassa a capital paulista e seus municípios vizinhos.

O percentual divulgado se refere ao volume útil, isto é, à parcela de água considerada disponível para operação do sistema. O índice passou de 41,10% no fim de setembro para 50,69% em 30 de outubro, mas permaneceu dentro do intervalo que caracteriza a Faixa 2. A classificação determina limites de captação e sinaliza a necessidade de cautela no uso da água.

Para entender

Resolução Conjunta nº 925/2017
Norma da ANA e do órgão gestor paulista que estabelece regras para a operação do Sistema Cantareira conforme o armazenamento dos reservatórios. As faixas de operação definem limites de captação e orientam a gestão dos recursos hídricos.

Fontes: Estadão

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também