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Sábado, 24 de outubro de 2026

Palver aponta vantagem de Flávio no WhatsApp e de Lula no X

No debate da TV Globo de 23 de outubro, 57% das opiniões analisadas no WhatsApp favoreceram Flávio; no X, 58% apontaram Lula como vencedor.

Por Redação Plantão Paulista 3 min de leitura
Imagem gerada por IA: Dois políticos genéricos participam de um debate em um estúdio de televisão. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Dois políticos genéricos participam de um debate em um estúdio de televisão.
Resumo em 30 segundos

A análise da Palver sobre as reações ao debate entre Lula e Flávio Bolsonaro mostrou resultados distintos nas plataformas. Flávio teve mais opiniões favoráveis no WhatsApp, mas perdeu força ao longo da noite. No X, Lula liderou nas avaliações positivas, enquanto o senador concentrou comentários negativos.

Uma análise das reações nas redes sociais ao debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na sexta-feira (23) na TV Globo, apontou resultados diferentes no WhatsApp e no X. Entre as opiniões que avaliaram o desempenho, 57% no WhatsApp consideraram Flávio melhor, enquanto 39% escolheram Lula; no X, 58% apontaram o presidente como vencedor, contra 38% que preferiram o senador.

Os dados foram levantados pela Palver, empresa de tecnologia e inteligência que acompanhou comentários publicados durante o confronto. A análise também indicou mudança no WhatsApp ao longo da noite: as avaliações positivas de Flávio recuaram de 37% no primeiro bloco para 26% no restante do debate. Nas considerações finais, Lula alcançou 39% de menções positivas, ante 27% do adversário.

No X, Lula teve mais avaliações positivas do início ao fim, enquanto Flávio concentrou comentários negativos. Segundo a Palver, 61% das menções sobre o presidente nessa rede foram positivas; no caso do senador, 83% foram negativas. Os percentuais se referem às menções analisadas, e não ao conjunto dos usuários de cada plataforma.

A postura de Flávio foi associada a comentários favoráveis sobre seu preparo, enquanto acusações de mentira e referências a checagens apareceram entre as críticas. No X, esses temas corresponderam a 26% das menções negativas sobre o senador; no WhatsApp, a 24%. O treinamento com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, representou 39% das menções positivas a Flávio no X.

As críticas a Lula se concentraram em idade e confusão, que representaram 34% das menções no WhatsApp e 35% no X. No quarto bloco, corrupção respondeu por 18% das críticas ao presidente no WhatsApp, enquanto segurança, em referência à fala de que queria “acabar com a polícia”, somou 17%. A declaração ocorreu quando Lula se referia a milícias.

Durante o intervalo, apoiadores de Flávio ironizaram o que consideraram um ato falho. Douglas Ruas (PL), governador eleito do Rio, disse que a fala mostrava “de que lado ele está” e afirmou que seu grupo queria fortalecer a polícia. A frase foi uma das que alimentaram comentários sobre segurança durante o debate.

No quarto bloco, sigilos e corrupção foram os principais motivos de críticas a Flávio, reunindo 22% das menções no X e 19% no WhatsApp. No X, referências a Vorcaro, ao uísque e ao filme corresponderam a 18% das opiniões negativas sobre o senador naquele trecho.

O debate também teve um confronto sobre o acidente de trabalho em que Lula perdeu parte do dedo mínimo. Flávio afirmou que o presidente “dá com uma mão e tira com os nove dedos”; Lula respondeu que se acidentou aos 17 anos, quando trabalhava como torneiro mecânico, e chamou o senador de “miliciano”. O episódio ocorreu em 1964, em uma metalúrgica de São Paulo, onde Lula trabalhava.

As reações digitais ganharam peso na disputa eleitoral, em que as campanhas buscam ampliar seu alcance nas plataformas. Antes do debate, Lula aparecia à frente de Flávio no Índice de Popularidade Digital (IPD), da Quaest, com vantagem de 4,1 pontos. A diferença era de 6,7 pontos na segunda-feira (19), após o debate da Band.

Fontes: Folha de S.Paulo, O Globo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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