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Quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Marco Rubio diz que ficará no governo Trump até o fim do mandato

Após as eleições de meio de mandato dos EUA em 2026, o secretário rejeita relatos de saída e evita comentar uma possível candidatura à Presidência.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Marco Rubio fala em um púlpito durante um pronunciamento oficial. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Marco Rubio fala em um púlpito durante um pronunciamento oficial.
Resumo em 30 segundos

Marco Rubio negou que pretenda deixar o cargo de secretário de Estado e disse que quer permanecer no governo Trump até o fim do mandato. Ele também evitou falar sobre uma possível candidatura em 2028. A declaração ocorre após as eleições de meio de mandato, que deram aos democratas o controle das duas casas do Congresso.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, negou nesta quinta-feira, 5 de novembro, que pretenda deixar o cargo após a derrota republicana nas eleições de meio de mandato. Ele afirmou que sua intenção é permanecer no governo de Donald Trump até o fim do mandato do presidente, em Washington.

“Para ser sincero, não sei de onde surgem essas coisas”, disse Rubio ao ser questionado sobre relatos de que teria conversado com integrantes da Casa Branca a respeito de seu futuro. Ele também evitou falar sobre uma possível candidatura à Presidência em 2028: “Literalmente, não vou falar mais sobre 2028”.

A informação sobre uma possível saída foi divulgada antes da declaração do secretário. Segundo esse relato, Rubio teria comunicado que poderia renunciar, mas depois recebeu um pedido para permanecer no cargo. A Casa Branca e o Departamento de Estado negaram que ele tenha discutido a possibilidade de deixar a função.

Dylan Johnson, secretário de Estado adjunto para assuntos públicos globais, classificou a notícia como falsa e afirmou que Rubio continuará no governo Trump. Uma renúncia antes de janeiro permitiria ao presidente indicar um substituto para o cargo antes de os democratas assumirem o controle do Senado.

As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos ocorrem no meio do período presidencial de quatro anos. Nelas, os eleitores renovam todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e um terço das 100 vagas do Senado, além de escolher autoridades estaduais e locais. A votação define a composição do Congresso, que aprova leis e orçamento e pode facilitar ou dificultar a agenda do presidente.

A eleição deste ano foi realizada na terça-feira, 3 de novembro. A contagem ainda estava em andamento, mas os democratas já haviam assegurado pelo menos 54 cadeiras no Senado; as disputas no Mississippi e no Alasca continuavam sem definição. Na Câmara, os democratas ultrapassaram 250 dos 435 assentos, segundo os resultados citados.

Com a mudança de controle nas duas casas, Trump enfrentará um Congresso mais disposto a contrariar sua agenda. O senador Chuck Schumer, de Nova York e provável líder da maioria democrata no Senado, afirmou que o novo Congresso buscará responder às preocupações dos eleitores sobre “custos, caos e corrupção”, com ou sem a colaboração do presidente.

Fontes: Estadão

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