Denis Young Kim é investigado por agressão a idoso em Osasco
A Polícia Civil pediu a prisão preventiva após câmeras registrarem o ataque; o investigado não foi encontrado no endereço ligado ao veículo.
Resumo em 30 segundos
A Polícia Civil investiga Denis Young Kim pela agressão a um idoso de 79 anos em Osasco e pediu sua prisão preventiva. O caso foi registrado como tentativa de homicídio por motivo fútil. Kim não foi localizado no endereço ligado ao veículo. Ele cumpre em regime aberto pena de 14 anos por um homicídio cometido em 2016.
Denis Young Kim é investigado por agredir um idoso de 79 anos em Osasco, na Grande São Paulo. A Polícia Civil pediu a prisão preventiva dele após imagens de câmeras de segurança registrarem a violência, ocorrida na Rua Octalles Marcondes Ferreira, no bairro Helena Maria. Kim não foi encontrado no endereço ligado ao veículo usado no episódio.
O caso foi registrado pelo 5º Distrito Policial de Osasco como tentativa de homicídio por motivo fútil. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, as diligências para localizar o investigado continuam, assim como a realização de exames médico-legais na vítima, que devem ajudar a instruir o inquérito encaminhado ao Poder Judiciário.
José Ricardo caminhava com o auxílio de muletas quando um carro passou perto dele. O idoso encostou a ponta de uma das muletas na traseira do veículo. Em seguida, o motorista saiu do automóvel, deu uma voadora nas costas de José e pisou na cabeça dele, segundo o relato do caso.
Kim cumpre em regime aberto uma pena de 14 anos por homicídio. O Tribunal de Justiça de São Paulo informou que ele está nesse regime desde setembro do ano passado. A condenação foi pelo assassinato, em 2016, de um catador de materiais recicláveis no bairro do Bom Retiro, na região central da capital.
Na ocasião, Kim discutiu com a vítima porque a carroça dela havia arranhado seu carro e disparou uma flecha que atingiu o pescoço do trabalhador. A pena em regime aberto permite que a pessoa condenada cumpra a sanção fora de uma unidade prisional, sujeita às condições estabelecidas pela Justiça.
O histórico criminal de Kim inclui ainda uma acusação de tentativa de homicídio contra o padrasto, em 2013. Ele teria tentado matá-lo com golpes de faca durante um desentendimento. Em 2014, foi alvo de denúncias policiais por violência doméstica.
A Polícia Civil informou que identificou o veículo e seu proprietário antes de enviar equipes ao endereço cadastrado de Kim, mas ele não estava no local. O paradeiro do investigado é desconhecido. A prisão preventiva solicitada pela polícia depende de decisão judicial; até que haja julgamento do caso de Osasco, Kim é tratado como investigado, não como condenado pela agressão.