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Segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Hugo Motta e Alcolumbre parabenizam Lula pela reeleição

Em ligações neste domingo, os presidentes da Câmara e do Senado defenderam o resultado das urnas e disseram que Lula deve trabalhar para unir o país.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Dois parlamentares em trajes formais conversam ao telefone em um prédio do Congresso. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Dois parlamentares em trajes formais conversam ao telefone em um prédio do Congresso.
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Hugo Motta e Davi Alcolumbre telefonaram para Lula após a reeleição e defenderam o resultado das urnas. Os presidentes da Câmara e do Senado disseram que o novo governo deve buscar a união do país e afirmaram que o Congresso está aberto a discutir propostas. Os dois também devem disputar a reeleição ao comando das Casas em fevereiro de 2027.

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), telefonaram neste domingo (25) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o parabenizaram pela reeleição. Os dois defenderam o resultado das urnas e disseram que o presidente terá de trabalhar para unir o país e governar para todos os brasileiros.

Motta afirmou que o pleito reforça a confiança no sistema eleitoral, que, segundo ele, se destaca pela segurança e rapidez na apuração. Também declarou que Lula terá apoio do Congresso para aprovar medidas que melhorem a vida da população.

O presidente da Câmara disse que o Brasil atravessa um período de polarização e que Lula tem uma nova oportunidade de conciliar o país. Motta também cumprimentou o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na disputa presidencial, pelo papel desempenhado na campanha.

Alcolumbre afirmou que a vitória representa o direito de cada eleitor votar conforme a própria consciência, sem pressão ou ameaça. Ele disse que os presidentes das duas Casas já haviam se comprometido a reconhecer o resultado antes da conclusão da apuração.

O presidente do Senado avaliou que a divisão política não é positiva para a população nem para as instituições. Para ele, o governo eleito deve responder às necessidades dos brasileiros, enquanto o Congresso discutirá temas de interesse público e projetos voltados ao desenvolvimento econômico e à segurança.

Motta também defendeu que o presidente faça um balanço dos acertos e erros da campanha. Os dois dirigentes afirmaram que o Legislativo atuará de forma independente, mas em harmonia com o Executivo, e que estará aberto a debater propostas.

A posição de Motta ocorre após um segundo turno em que seu partido declarou apoio a Flávio Bolsonaro, embora o presidente da Câmara tenha feito campanha pela reeleição de Lula. Na Paraíba, Lula pediu votos para Nabor Wanderley, pai de Motta, que disputava uma vaga no Senado e foi derrotado por Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

Alcolumbre, por sua vez, não declarou apoio público a nenhum candidato à Presidência. Às vésperas do segundo turno, porém, colocou em votação no Senado uma proposta de emenda à Constituição que acabou com a jornada de trabalho 6x1. No Amapá, o governador Clécio Luís, aliado do senador, pediu votos para Lula.

Motta e Alcolumbre devem buscar a reeleição ao comando da Câmara e do Senado. A escolha dos presidentes das duas Casas está prevista para 1º de fevereiro de 2027, e o apoio do governo Lula pode influenciar as articulações.

Fontes: Valor Econômico, Folha de S.Paulo

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