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Domingo, 18 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro participa de comício na Paulista antes do 2º turno

A estimativa foi de 71,9 mil pessoas no horário de pico; apoiadores de Lula também fizeram atos no Rio e em Brasília, a uma semana da votação.

Por Redação Plantão Paulista 4 min de leitura
Imagem gerada por IA: Multidão com bandeiras brasileiras em manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Multidão com bandeiras brasileiras em manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.
Resumo em 30 segundos

Flávio Bolsonaro participou de um comício na Avenida Paulista, em São Paulo, onde a estimativa de público chegou a 71,9 mil pessoas no horário de pico. Apoiadores de Lula realizaram manifestações no Rio de Janeiro e em Brasília. Os atos ocorreram uma semana antes do segundo turno e do debate entre os candidatos.

Apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) participaram de manifestações neste domingo em diferentes cidades, a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo dia 25. Flávio esteve em um comício na Avenida Paulista, em São Paulo, enquanto atos em apoio à reeleição de Lula ocorreram, entre outros locais, no Rio de Janeiro e em Brasília.

Na Paulista, Flávio chegou por volta das 11h15 e subiu em um carro de som diante de apoiadores reunidos perto do Museu de Arte de São Paulo (Masp). A estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a organização More in Common, foi de 71,9 mil pessoas no horário de pico, às 12h20. A margem de erro de 12% corresponde a uma faixa estimada de 63,3 mil a 80,5 mil participantes.

A contagem foi feita com imagens aéreas analisadas por um programa de inteligência artificial. Não é possível comparar diretamente esse número com o público de um ato pró-Lula na Paulista no domingo anterior: a campanha petista não autorizou o uso de drones naquele evento.

Em uma fala breve, Flávio afirmou que pretende vencer o PT e disse que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, colocaria a faixa presidencial nele. “Vocês estão fazendo história. Vamos virar essa página triste do Brasil, faltam só sete dias para a gente livrar o Brasil do PT, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente da República no filho dele. E eu vou cuidar do Brasil, do povo brasileiro, e o Brasil vai vencer”, declarou.

O candidato também convocou o público a acompanhar o debate com Lula, previsto para as 20h, promovido pela Band e outros veículos. Será o primeiro encontro dos dois em um debate televisivo desde o início da campanha. Flávio disse que pouparia a voz para o programa e afirmou que teria a oportunidade de falar sobre acusações contra Lula; a fala foi uma declaração do candidato, não uma decisão judicial sobre responsabilidade.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes, participaram do ato. Também estiveram no evento o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR), o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL-SP). O influenciador Pablo Marçal também apareceu no trio elétrico.

A maioria dos manifestantes vestia camisetas da seleção brasileira e carregava bandeiras com o número eleitoral de Flávio. Havia ainda bandeiras com símbolos do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel. Antes dos discursos, a organização pediu que fossem recolhidas as bandeiras de outros países. O evento foi chamado de “Bloco 22”.

Em Brasília, apoiadores de Lula se concentraram pela manhã em frente ao Museu Nacional da República e caminharam em direção ao Congresso Nacional. O ato, divulgado como “ato da virada”, terminou por volta das 13h, com apresentações musicais. Participaram o candidato petista ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass, que disputa o segundo turno com a governadora Celina Leão (PP), além de parlamentares do PT e do PSOL.

No centro do Rio, estudantes e movimentos sociais fizeram uma manifestação pró-Lula na região da Candelária. O cantor Chico Buarque discursou para o público, e Marisa Monte também compareceu. Em uma publicação nas redes sociais, a cantora associou o ato à defesa do meio ambiente, da cultura, da democracia e da ciência. Um segundo evento estava previsto para as 16h, no Posto 5 de Copacabana, com Caetano Veloso, Djavan, Marina Sena e Frejat entre os artistas anunciados.

Em outras cidades, artistas também convocaram mobilizações em apoio ao presidente. Em Salvador, Gilberto Gil, Daniela Mercury e o grupo BaianaSystem estavam entre os nomes ligados a um ato. Em São Paulo, uma manifestação prevista inicialmente para o Vale do Anhangabaú foi transferida para o Largo da Batata e depois cancelada; organizadores independentes mantiveram uma mobilização, que por volta das 13h30 ocupava a Avenida Faria Lima no sentido Itaim Bibi.

A realização de atos com apresentações musicais foi contestada na Justiça Eleitoral por políticos e pelo partido Novo, sob o argumento de que poderiam configurar “showmícios”, eventos de campanha com apresentações artísticas, vedados pela legislação eleitoral. Na quinta-feira (15), o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça rejeitou o pedido para impedir um ato musical e encaminhou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral para eventuais providências.

As manifestações deste domingo integram uma mobilização que se intensificou desde o primeiro turno, em 4 de outubro. Na semana passada, um ato pró-Lula ocupou a Paulista e contou com a presença do presidente. Agora, os apoiadores do petista realizaram eventos descentralizados, enquanto Flávio participou de um comício na mesma avenida, antes do debate entre os candidatos.

Fontes: O Globo, Folha de S.Paulo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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