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Quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Rachel Apa morre após passar mal na Maratona de Nova York

A corredora de 24 anos desmaiou no Central Park durante sua primeira prova de 42,195 km; o pai atribuiu a morte à rabdomiólise.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Corredores participam de uma maratona em uma via arborizada do Central Park. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Corredores participam de uma maratona em uma via arborizada do Central Park.
Resumo em 30 segundos

Rachel Apa, de 24 anos, morreu após desmaiar durante a Maratona de Nova York, no Central Park. Ela disputava sua primeira prova de 42,195 quilômetros e havia enviado mensagens ao pai relatando dores. Segundo Steve Apa, a causa da morte foi rabdomiólise. A corredora também participava da prova para arrecadar recursos para a Parkinson’s Foundation.

A corredora americana Rachel Apa, de 24 anos, morreu após passar mal durante a Maratona de Nova York, no domingo (1º), no Central Park, em Manhattan. Ela disputava sua primeira maratona, de 42,195 quilômetros, e enviou mensagens ao pai relatando dores antes de desmaiar. Segundo ele, a causa da morte foi rabdomiólise.

Rachel escreveu “Ai” ao chegar à milha 18 e, pouco depois, enviou “Ai, ai”, conforme o relato de seu pai, Steve Apa. Ele acompanhava a prova de casa, na Pensilvânia, e mandava mensagens de incentivo à filha a cada milha. Nos quilômetros seguintes, ela deixou de responder.

A corredora desmaiou por volta das 13h30. Pessoas que acompanhavam a prova tentaram ajudá-la, e dois médicos começaram a reanimação cardiopulmonar. A equipe médica da organização chegou com um desfibrilador, e paramédicos levaram Rachel ao Mount Sinai Medical Center. Os profissionais tentaram reanimá-la por seis horas; a morte foi confirmada às 21h40.

A rabdomiólise ocorre quando fibras musculares se rompem e liberam substâncias no sangue. Em casos graves, o quadro pode comprometer os rins e outros órgãos. O relato de Steve atribuiu a morte da filha à condição, mas não informou o que desencadeou o episódio.

A mãe de Rachel, Michelle, também acompanhava a corrida. Ela havia registrado imagens da filha sorrindo na altura da milha 14 e esperava vê-la perto do fim do percurso. Ao consultar o aplicativo de monitoramento, percebeu que Rachel havia parado no Central Park. Michelle chegou ao local quando a ambulância já levava a filha ao hospital.

“É incompreensível. Saúde perfeita, forma física perfeita, 24 anos de idade”, disse Steve ao comentar a morte da filha. Rachel havia jogado hóquei em campo pela Universidade Bucknell e participava da maratona para arrecadar recursos para a Parkinson’s Foundation, em homenagem ao avô, que morreu em 2022 em decorrência da doença.

A New York Road Runners (NYRR), organização responsável pela prova, manifestou solidariedade à família, aos amigos e à comunidade de corredores. A maratona de Nova York é uma prova de longa distância; seus 42,195 quilômetros exigem esforço físico prolongado, e a rabdomiólise é uma complicação possível associada a lesões musculares intensas.

Fontes: O Globo

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