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Quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Bruno Fernandes admite que Carrick acertou ao deixá-lo no banco

Após a vitória por 3 a 2 sobre a Roma pela Liga dos Campeões, o meia disse que suas atuações não justificavam a titularidade no Manchester United.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Jogadores disputam a bola em uma partida noturna de futebol em estádio lotado. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Jogadores disputam a bola em uma partida noturna de futebol em estádio lotado.
Resumo em 30 segundos

Bruno Fernandes afirmou que Michael Carrick acertou ao deixá-lo no banco após críticas do jogador às escolhas táticas do treinador. O português comentou o episódio depois da vitória do Manchester United por 3 a 2 sobre a Roma, resultado que encerrou uma sequência de nove partidas sem triunfos. Ele negou que o time tenha vencido para salvar o emprego de Carrick.

Bruno Fernandes afirmou nesta terça-feira que Michael Carrick acertou ao deixá-lo no banco de reservas do Manchester United após as críticas do meia ao treinador. O português falou depois da vitória por 3 a 2 sobre a Roma, pela Liga dos Campeões, em Old Trafford, resultado que interrompeu uma sequência de nove partidas sem vitória da equipe inglesa.

A tensão entre os dois surgiu após a derrota por 4 a 1 para o Como, em 21 de outubro. Em entrevista depois daquela partida, Fernandes criticou as escolhas táticas de Carrick. No jogo seguinte, contra o Bournemouth, o capitão começou como reserva e não entrou em campo.

Ao comentar a decisão, o jogador disse que entendeu a escolha do treinador e considerou que suas atuações não justificavam uma vaga entre os titulares. “O treinador tomou a decisão de me deixar no banco porque eu não estava tendo boas atuações. E isso é justo. Todos acharam que aquilo foi uma punição pelas minhas palavras depois do jogo contra o Como. E, se foi, estava certo”, declarou.

Fernandes também afirmou que o episódio não diminuiu sua confiança na comissão técnica nem seu compromisso com o clube. Para ele, cabe aos jogadores aceitar as decisões do treinador e continuar trabalhando para melhorar os resultados.

Contra a Roma, o United reagiu depois de ficar dois gols atrás. Fernandes começou a recuperação ao converter um pênalti, que precisou ser cobrado novamente, e Matheus Cunha marcou os outros dois gols da vitória por 3 a 2.

O resultado também foi importante para Carrick, que enfrentava pressão pelos resultados. Antes da partida, o United somava nove jogos sem vencer e corria o risco de alcançar sua maior sequência sem triunfos em uma mesma temporada desde março de 1978.

Fernandes rejeitou, porém, a ideia de que a vitória tivesse sido uma tentativa de salvar o emprego do treinador. “Não precisamos salvar o emprego de ninguém. O clube precisava dessa vitória. Os jogadores precisavam dessa vitória. Era algo de que precisávamos como grupo, jogadores e comissão técnica. Temos trabalhado muito para sair juntos dessa situação”, afirmou.

A Liga dos Campeões é a principal competição de clubes da Europa. O resultado diante da Roma deu ao Manchester United uma vitória após uma série de partidas sem vencer, mas Fernandes destacou o esforço coletivo, sem atribuir a virada a uma atuação individual ou a uma iniciativa para proteger Carrick.

Fontes: O Globo

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