TV Globo cancela debate presidencial após desistências de Lula e Flávio
A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para quinta-feira, 1º de outubro, após desistências de Lula e Flávio Bolsonaro e decisões judiciais sobre as regras.
Acompanha Brasília, contas públicas, mercado financeiro e negócios. Personagem fictício usado como assinatura editorial.
A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para quinta-feira, 1º de outubro, após desistências de Lula e Flávio Bolsonaro e decisões judiciais sobre as regras.
Parlamentares apresentaram ao menos 26 emendas à MP que suspende as bets, com propostas sobre licenças, patrocínios e apostas esportivas.
Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, caiu de 10% para 4% nas pesquisas após um breve avanço no início de setembro.
A crise no Supremo Tribunal Federal (STF), alimentada pelo caso Banco Master e por embates entre ministros, passou a influenciar a disputa presidencial e eleitoral de 2026.
Datafolha mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 38% no primeiro turno; no segundo, a diferença é de três pontos percentuais.
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) foi escolhido para vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro após semanas de negociações do partido.
Flávio Bolsonaro chega à eleição presidencial com candidatura consolidada, apesar de crises, disputas internas e investigação sobre relações com Daniel Vorcaro.
O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais e deve enfrentar Patrus Ananias no segundo turno.
Críticas de ministros e advogados sobre sessões rápidas e julgamentos virtuais no TSE coincidem com a reta final da campanha eleitoral.
Lula disputa a reeleição em cenário mais apertado que nas campanhas anteriores e aposta em medidas econômicas e viagens na reta final.
A disputa eleitoral em Alagoas chega à reta final sem definição, com três grupos políticos tradicionais em lados opostos e alianças nacionais distintas.
Márcio França sugeriu que homens escolham um candidato ao Senado ou anulem um dos votos; Marina Silva e Simone Tebet defenderam apoio às duas.