Pular para o conteúdo
Quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Rússia liberta americano Stephen Hubbard em reunião com Witkoff

O americano de 74 anos foi levado ao aeroporto de Pulkovo; Trump afirmou que os EUA não ofereceram nada e que não houve troca de prisioneiros.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Área externa do aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo, com um avião ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Área externa do aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo, com um avião ao fundo.
Resumo em 30 segundos

Stephen Hubbard, preso na Rússia desde 2022 e condenado por atividade mercenária, foi libertado durante um encontro entre Vladimir Putin e o enviado americano Steve Witkoff. O presidente Donald Trump confirmou a soltura e disse que não houve troca de prisioneiros. Hubbard nega ter integrado uma unidade militar.

A Rússia libertou nesta quarta-feira (21) o americano Stephen Hubbard, de 74 anos, preso no país desde 2022, durante uma reunião do presidente Vladimir Putin com o enviado dos Estados Unidos Steve Witkoff, em São Petersburgo. Putin anunciou que Hubbard havia sido levado ao aeroporto de Pulkovo, na cidade, mas não deu detalhes sobre os termos da libertação.

Witkoff agradeceu a Putin durante o encontro, transmitido pela televisão, e afirmou que Hubbard estava voltando para casa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou a soltura em uma publicação na rede Truth Social. Ele disse que o governo americano não ofereceu nada em troca e que não houve troca de prisioneiros.

Martin De Luca, advogado de Hubbard nos Estados Unidos, agradeceu a Trump, a Witkoff e a outras autoridades americanas. Em comunicado, chamou a libertação de “um dividendo conquistado ao longo do árduo caminho para a paz”.

Natural de Michigan, Hubbard cumpria pena de seis anos e dez meses de prisão após ser condenado por atividade mercenária em um julgamento fechado. Ele foi detido em abril de 2022, na cidade ucraniana de Izium. Promotores russos afirmaram que ele atuava em um posto de controle militar ucraniano e que havia ingressado em uma unidade de defesa territorial, recebido treinamento, armas e munições e a promessa de US$ 1.000 por mês.

A imprensa estatal russa informou que Hubbard se declarou culpado. De Luca havia dito anteriormente que o americano considerava falsas as acusações e afirmava não ter integrado uma unidade militar ou de combate. A irmã dele, Patricia Fox Hubbard, também contestou que o irmão tivesse pegado em armas, descrevendo-o como “totalmente avesso à vida militar”.

Até a libertação, Hubbard era o único cidadão americano detido na Rússia cuja prisão Washington classificava oficialmente como “indevida”. Essa designação indica que o governo dos Estados Unidos considera que a detenção não tem justificativa adequada e pode orientar esforços diplomáticos para obter a soltura.

A libertação ocorre em meio a contatos entre autoridades americanas e russas. No ano passado, o governo Trump também conseguiu a soltura do professor americano Marc Fogel, que cumpria pena de 14 anos na Rússia por tráfico de drogas. Trump afirmou que, no caso de Hubbard, não foi necessário negociar uma troca de presos.

Fontes: Valor Econômico

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também