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Domingo, 25 de outubro de 2026

Polymarket e Kalshi apontam Lula à frente de Flávio no 2º turno

Às 19h35, as odds do Polymarket davam 71% a Lula e 29% a Flávio; na Kalshi, eram 68% e 33%, respectivamente, sem equivaler à apuração oficial.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Laptop com interface abstrata de mercado preditivo ao lado de materiais eleitorais brasileiros. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Laptop com interface abstrata de mercado preditivo ao lado de materiais eleitorais brasileiros.
Resumo em 30 segundos

Os mercados preditivos Polymarket e Kalshi passaram a apontar Lula como favorito contra Flávio Bolsonaro no segundo turno. Os percentuais refletem negociações feitas por usuários, não pesquisas eleitorais nem votos apurados. As plataformas são proibidas no Brasil, restrição que, segundo as empresas, prejudica suas projeções sobre o país.

Os mercados preditivos Polymarket e Kalshi passaram a apontar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como favorito para vencer Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo (25). Às 19h35, pelo horário de Brasília, Lula reunia 71% de probabilidade no Polymarket e 68% na Kalshi; Flávio tinha, respectivamente, 29% e 33%.

As duas plataformas indicavam vantagem para Flávio até o início da apuração. Os percentuais são chamados de “odds” nos sites e representam a avaliação dos participantes sobre a chance de cada resultado, não uma contagem de votos nem uma pesquisa eleitoral tradicional.

No Polymarket, os usuários apostavam cerca de US$ 203,5 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 1 bilhão, no resultado da disputa. Na Kalshi, o volume era de US$ 18,3 milhões, ou cerca de R$ 89 milhões.

Ao contrário de uma pesquisa, que entrevista uma amostra de pessoas para estimar a intenção de voto da população, os mercados preditivos reúnem contratos ligados a possíveis resultados. Os participantes compram e vendem esses contratos, e os preços formados pelas negociações são convertidos em probabilidades. A utilidade das projeções depende da existência de liquidez, isto é, de participantes suficientes para negociar.

As plataformas estão proibidas de operar no Brasil. A restrição reduz a participação de usuários brasileiros e, segundo as próprias empresas, prejudica a qualidade das projeções sobre o país. Kalshi e Polymarket defendem que seu principal serviço é a previsão de acontecimentos futuros, mas o governo entendeu que elas ofereciam prognósticos esportivos sem cumprir as regras exigidas das casas de apostas.

A proibição ocorreu em abril, antes de o governo derrubar, em setembro, o mercado regular de apostas esportivas. As empresas usam a piora das projeções brasileiras como argumento para tentar retomar suas atividades no país.

Os percentuais exibidos pelos sites podem mudar conforme novas negociações são feitas. Por isso, eles refletem os palpites e o dinheiro movimentado por seus usuários naquele momento, e não substituem o resultado oficial da apuração eleitoral.

Fontes: Folha de S.Paulo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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