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Sábado, 24 de outubro de 2026

Lula e Flávio encerram campanha do segundo turno com atos no Sudeste

Os candidatos fizeram mobilizações no Rio, em São Paulo e em Belo Horizonte na véspera da votação presidencial, marcada para domingo (25).

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Candidato discursa em palanque diante de apoiadores em uma avenida. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Candidato discursa em palanque diante de apoiadores em uma avenida.
Resumo em 30 segundos

Lula encerrou a campanha com atos em Copacabana e na Avenida Paulista. Flávio Bolsonaro fez uma mobilização em Belo Horizonte e concluiu o dia na Barra da Tijuca, no Rio. A votação do segundo turno está marcada para domingo (25), após uma disputa com resultados diferentes entre os estados do Sudeste no primeiro turno.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) encerraram neste sábado (24), no Sudeste, a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). Lula participou de atos no Rio de Janeiro e em São Paulo; Flávio fez uma mobilização em Belo Horizonte e terminou o dia na Barra da Tijuca, na capital fluminense.

Lula esteve pela manhã em Copacabana, no Rio, onde discursou e voltou a criticar o adversário. Afirmou que estava confiante na vitória e disse que o país não deveria eleger “um miliciano”. Em entrevista a jornalistas, também chamou Flávio de mentiroso e afirmou que nunca havia disputado uma eleição contra alguém como ele.

À tarde, o presidente participou de uma caminhada e de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), da primeira-dama Janja e dos ex-ministros Fernando Haddad e Simone Tebet. Lula não fez discurso no encerramento, mas agradeceu aos apoiadores e classificou a manifestação como a “maior manifestação da história”.

Flávio passou a manhã em Belo Horizonte. A programação incluiu uma concentração na Praça do Papa e uma motociata até a Praça da Liberdade, com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de Cleitinho Azevedo (Republicanos), governador eleito de Minas Gerais. Flávio disse que, se eleito, será parceiro dos mineiros e mencionou a tradição política de que vencer em São Paulo e Minas Gerais indicaria uma vitória nacional.

O senador concluiu a campanha na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, diante do condomínio onde seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), morou antes de se mudar para Brasília. Flávio chegou por volta das 16h e discursou às 17h35. Agradeceu aos apoiadores, disse que honraria o voto recebido e afirmou acreditar que o Brasil teria um novo presidente no dia seguinte. Ao final, rezou o Pai-Nosso com a multidão.

O Sudeste concentra três dos maiores eleitorados do país e teve resultados diferentes entre os estados no primeiro turno. Na cidade de São Paulo, Lula recebeu 3.052.349 votos, ou 46,58% dos válidos, ante 2.760.747 votos (42,13%) de Flávio. No estado, o senador ficou à frente, com 12.922.023 votos (51,93%), contra 9.505.413 (38,20%) do presidente.

Em Minas Gerais, Flávio obteve 48,24% dos votos válidos, enquanto Lula teve 43,33%. No Rio de Janeiro, o senador alcançou 4.966.844 votos (53,01%), e o presidente, 3.693.021 (39,41%). A abstenção fluminense no primeiro turno foi de 23,32%, a segunda maior taxa do país.

A campanha terminou na véspera da votação, quando os candidatos deixam de fazer atos eleitorais públicos para pedir votos. O segundo turno decide entre os dois mais votados na primeira etapa; vence quem obtiver a maioria dos votos válidos, sem contar brancos e nulos.

Fontes: Gazeta do Povo, Estadão, Zero Hora

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