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Sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Justiça mantém Esther Pestana Cabral presa preventivamente

A decisão foi tomada nesta quinta-feira, após a prisão em flagrante da suspeita de matar e esquartejar o marido em Austin, Nova Iguaçu.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Casa em uma rua residencial isolada por fita policial, com uma viatura ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Casa em uma rua residencial isolada por fita policial, com uma viatura ao fundo.
Resumo em 30 segundos

A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Esther Pestana Cabral, suspeita de matar e esquartejar o marido em Austin, Nova Iguaçu. A decisão cita a gravidade do caso, indícios de premeditação e a necessidade de proteger a ordem pública, parentes e testemunhas. Esther confessou o crime, segundo a polícia.

A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção de Esther Pestana Cabral, suspeita de matar e esquartejar o marido, Edmilson Batista Vila Verde, em Austin, bairro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, dois dias depois de Esther ser presa em flagrante. Segundo a polícia, ela confessou o crime, ocorrido em 16 de outubro.

A prisão preventiva não tem prazo determinado para terminar e pode ser mantida enquanto persistirem os motivos que justificam a medida. Na audiência de custódia, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) também apontou suspeita de furto qualificado: Esther teria usado o cartão bancário de Edmilson.

De acordo com o MPRJ, a Justiça considerou a gravidade concreta do caso e a necessidade de proteger a ordem pública, além de parentes e testemunhas. A decisão menciona indícios de premeditação e a suspeita de que a vítima tenha sido envenenada por meio de comida antes de ser decapitada e esquartejada.

A polícia foi chamada à residência do casal depois que o filho de Edmilson encontrou parte do corpo. Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) localizaram o torso da vítima dentro da casa e uma nota fiscal de luvas que, segundo a investigação, teriam sido usadas durante o crime.

A nota permitiu identificar a loja onde o material foi comprado. Policiais foram à farmácia e, conforme a DHBF, identificaram Esther como a pessoa que adquiriu as luvas. Em outra diligência, encontraram a cabeça e os membros de Edmilson dentro do carro dele, estacionado a cerca de 500 metros da residência.

Levadas à delegacia, Esther e testemunhas foram ouvidas. Segundo a polícia, ela negou inicialmente ter cometido o assassinato, mas mudou a versão depois de ser confrontada com elementos reunidos pelos investigadores e confessou a morte.

A decisão judicial também cita o uso de faca, canivete e serra elétrica portátil para a decapitação e o esquartejamento. A prisão preventiva é diferente da prisão em flagrante: após a análise inicial do caso, a Justiça pode mantê-la para assegurar o andamento do processo e evitar riscos indicados na decisão. Esther é suspeita e a responsabilidade pelo crime ainda será examinada pela Justiça.

Fontes: O Globo

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