Pular para o conteúdo
Quarta-feira, 4 de novembro de 2026

USP fica em 89º em ranking mundial de empregabilidade

A edição de 2027 avaliou 300 instituições com base na percepção de 15.665 recrutadores; nove universidades brasileiras entraram na lista.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Estudantes caminham por um campus universitário enquanto um recrutador analisa currículos. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Estudantes caminham por um campus universitário enquanto um recrutador analisa currículos.
Resumo em 30 segundos

A USP ficou na 89ª posição no ranking Geurs 2027, nove lugares abaixo da edição anterior. A lista reúne 300 universidades avaliadas por recrutadores, e o Brasil aparece com nove instituições, incluindo a Unesp, que estreou. O levantamento mede a percepção sobre a empregabilidade dos graduados, não a qualidade acadêmica geral.

A Universidade de São Paulo (USP) ficou na 89ª posição no Global Employability University Ranking and Survey (Geurs) 2027, que classifica instituições conforme a percepção de empregadores sobre a empregabilidade de seus graduados. Ao todo, nove universidades brasileiras aparecem entre as 300 listadas; a USP caiu nove posições em relação à edição anterior, quando ocupava o 80º lugar.

O ranking é elaborado pela consultoria francesa Emerging com base em uma pesquisa mundial com recrutadores envolvidos na contratação de recém-formados. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, lidera a classificação, seguido por Stanford, também nos EUA, Oxford e Cambridge, no Reino Unido, e Harvard, nos Estados Unidos.

Participaram do levantamento 15.665 recrutadores de 40 países. Cerca de 70% disseram ter trabalhado pessoalmente com pelo menos dez graduados nos dois anos anteriores. Cada participante podia indicar até 15 universidades, inclusive instituições que não estivessem em uma lista prévia, e apontar o principal motivo de cada escolha.

Entre os fatores mais citados estão o desempenho acadêmico, com 19,3% das menções, e as competências dos graduados, com 18,6%. A experiência profissional recebeu 17,2%; impacto e liderança, 13,4%; especialização, 12,6%; internacionalidade, 10%; e reputação, 8,9%. Recém-formados e universidades não foram consultados.

A edição de 2027 ampliou de 250 para 300 o número de instituições avaliadas. Com essa expansão, Brasil e Índia foram os países que mais ganharam universidades na lista: seis novas instituições de cada país. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) estreou no ranking, que passou a ter nove representantes brasileiros.

O resultado mede a avaliação de empregadores sobre as instituições e seus graduados, não uma classificação geral de qualidade acadêmica nem um ranking por curso. A empregabilidade, nesse contexto, está ligada à percepção de recrutadores sobre a preparação dos profissionais para o mercado de trabalho.

As prioridades variam por região. Na América Latina, onde responderam 3.321 empregadores, a capacidade de promover mobilidade social para os graduados aparece como o segundo motivo mais valorizado. Nas demais regiões, esse critério ocupa a sétima posição entre os dez considerados.

Para entender

Empregabilidade
É a capacidade de uma pessoa conseguir e manter trabalho, considerando fatores como formação, competências e experiência. Neste ranking, o termo se refere à avaliação de recrutadores sobre a preparação dos graduados para o mercado de trabalho.

Fontes: Estadão

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também