Pular para o conteúdo
Sábado, 24 de outubro de 2026

Quaest e Datafolha mostram empate técnico entre Lula e Flávio

Os dois levantamentos dão 51% dos votos válidos a Flávio Bolsonaro e 49% a Lula, com margem de erro de dois pontos, antes da votação de domingo.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Eleitores aguardam em fila diante de urnas em um local de votação. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Eleitores aguardam em fila diante de urnas em um local de votação.
Resumo em 30 segundos

As pesquisas Quaest e Datafolha divulgadas na véspera do segundo turno mostram Flávio Bolsonaro com 51% dos votos válidos e Lula com 49%, em empate técnico. Aliados de Lula apostam em mobilização e menor abstenção, enquanto reconhecem o risco de derrota. A eleição será definida pelos votos apurados neste domingo.

As pesquisas Quaest e Datafolha divulgadas neste sábado, véspera do segundo turno presidencial, mostram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 49% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro (PL) com 51%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que configura empate técnico antes da votação deste domingo (25).

Aliados de Lula consideram a disputa aberta, mas reconhecem o risco de derrota. No grupo do presidente, a expectativa é de que o resultado seja definido por menos de 1 milhão de votos. A campanha aposta em mobilizar apoiadores e reduzir a abstenção, especialmente entre eleitores que não compareceram no primeiro turno.

O deputado federal André Janones (Rede-MG) liderou uma transmissão ao vivo do canal “Exército do Lula”, que reúne apoiadores, com a participação de artistas e personalidades. A iniciativa busca alcançar eleitores indecisos e incentivar o comparecimento às urnas. Lula também participou de atos no Rio de Janeiro e em São Paulo neste sábado; na Avenida Paulista, manifestantes entoaram palavras de ordem em defesa de uma virada.

Antes da caminhada em São Paulo, Lula disse estar “convencido” de que vencerá, mas afirmou que a sociedade quer mudança. Para o presidente, ela deve ser “estrutural”, e não “retrocesso”. Ele criticou Flávio sem citá-lo pelo nome e mencionou o caso de Ana Clara Silva, menina de cinco anos que morreu. Na campanha, a referência foi associada ao fato de Flávio ter atuado como advogado do policial militar Bruno Dias Delarolli, suspeito de atirar na criança.

O cenário contrasta com a expectativa que aliados de Lula alimentavam no início da semana: que as pesquisas finais mostrassem o petista numericamente à frente. A campanha também considerava a possibilidade de uma virada inédita, já que Lula terminou o primeiro turno em segundo lugar. A diferença de dois pontos entre os candidatos, porém, não permite apontar um favorito com segurança dentro da margem de erro.

A equipe petista conta ainda com a possibilidade de aumentar a votação no Nordeste e de levar às urnas eleitores que moram longe de seus locais de votação. A abstenção é o não comparecimento de eleitores aptos a votar e pode influenciar o resultado, sobretudo numa disputa apertada. Do lado de Flávio, aliados avaliam que o senador chega ao domingo em posição favorável, mas também dizem que a campanha seguirá mobilizada até o fim.

As pesquisas medem intenções de voto antes da eleição, não o resultado final. A definição da disputa depende dos votos apurados neste domingo, incluindo a participação dos indecisos e o comparecimento dos eleitores.

Fontes: Valor Econômico, O Globo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também