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Segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Procuradoria francesa suspende detenção após avaliação psiquiátrica

Kévin T. foi levado a uma unidade psiquiátrica em Paris e ficará em observação por até 48 horas, enquanto médicos avaliam se pode ser interrogado.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Rua isolada em um subúrbio de Paris após um ataque, com veículos de emergência ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Rua isolada em um subúrbio de Paris após um ataque, com veículos de emergência ao fundo.
Resumo em 30 segundos

A detenção de Kévin T., suspeito de matar uma pessoa e ferir outras cinco em um ataque a tiros perto de Paris, foi suspensa após uma avaliação psiquiátrica. Ele ficará em observação por até 48 horas. Quatro pessoas próximas a ele, entre elas os pais, seguem em prisão preventiva, e a investigação continua.

A detenção de Kévin T., de 39 anos, suspeito de matar uma pessoa e ferir outras cinco em um ataque a tiros na sexta-feira (23), foi suspensa neste domingo (25) por motivos psiquiátricos. A decisão foi anunciada pela Procuradoria Nacional Antiterrorismo da França, após uma avaliação médica realizada na noite anterior, e o homem foi transferido para uma unidade psiquiátrica em Paris.

Segundo a Procuradoria, o suspeito ficará em observação por até 48 horas. O período deve ajudar os médicos a avaliar se as condições de saúde dele permitem que os interrogatórios prossigam. A suspensão da detenção não encerra a investigação sobre o ataque.

Quatro pessoas do entorno do suspeito, entre elas os pais dele, permanecem em prisão preventiva, de acordo com uma fonte próxima ao caso. As autoridades não divulgaram detalhes sobre o papel que essas pessoas podem ter tido nos acontecimentos.

O ataque ocorreu na manhã de sexta-feira, nas cidades de Trappes e La Verrière, a sudoeste de Paris. De dentro de um carro, Kévin T. disparou com uma arma automática contra várias pessoas. Um homem francês de origem africana morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas.

O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o episódio como um “atentado terrorista racista”. O suspeito tinha antecedentes, mas não era monitorado pelos serviços de inteligência, segundo fontes policiais. Quando foi detido, portava uma pistola-metralhadora e gás lacrimogêneo.

Durante a investigação, agentes encontraram na residência do homem, em Plaisir, três botijões de gás e interruptores elétricos ligados a um temporizador. Uma fonte próxima ao caso afirmou que ele pretendia provocar uma explosão no imóvel. No apartamento também foram localizados um exemplar de “Mein Kampf”, livro escrito pelo ditador nazista Adolf Hitler, uma Bíblia e um Alcorão.

A análise toxicológica divulgada pela Procuradoria apontou a presença de maconha e cocaína no sangue do suspeito. A avaliação psiquiátrica deverá determinar se ele pode voltar a ser interrogado enquanto a investigação continua.

Fontes: Zero Hora

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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