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Quarta-feira, 28 de outubro de 2026

PF apura se Marcelo Theodoro de Aguiar pode manter armas

O procedimento administrativo é separado da investigação criminal e foi aberto após o disparo que feriu o apresentador Fred Bruno em um bar.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Mesa e copo caído em um bar vazio após um incidente. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Mesa e copo caído em um bar vazio após um incidente.
Resumo em 30 segundos

A Polícia Federal abriu um processo administrativo para avaliar se o deputado estadual Marcelo Theodoro de Aguiar mantém a idoneidade exigida para ter armas. O procedimento pode levar à perda do registro, da posse e do porte. A Polícia Civil continua investigando o disparo que feriu o apresentador Fred Bruno.

A Polícia Federal (PF) abriu um processo administrativo contra o deputado estadual paulista Marcelo Theodoro de Aguiar (PL) que pode levar à perda do registro, da posse e do porte de armas. O procedimento foi instaurado na segunda-feira (26), após o parlamentar ser acusado de disparar uma pistola em um bar na zona sul de São Paulo, em 20 de outubro, e ferir o apresentador Fred Bruno no pé.

A PF afirma que os relatos de testemunhas apontam indícios que justificam apurar se Aguiar perdeu a idoneidade necessária para manter a autorização de armas. O processo administrativo é independente da investigação criminal conduzida pela Polícia Civil e pode resultar em sanções relacionadas à documentação e ao direito de possuir ou portar armamento.

Segundo testemunhas, o deputado aparentava estar embriagado, abordava mulheres e as tocava, o que teria incomodado clientes e provocado uma discussão. A Polícia Militar foi chamada e levou Aguiar ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros. O boletim de ocorrência registra que ele estava exaltado e foi algemado durante a abordagem; a arma foi apreendida e encaminhada para perícia.

Em nota divulgada no dia seguinte ao episódio, a assessoria do parlamentar afirmou que ele estava sob efeito de medicamentos fortes, que teriam provocado uma reação adversa, e que acabou envolvido em uma discussão. A nota diz que Aguiar confia na Justiça e espera que os fatos sejam esclarecidos.

Fred Bruno disse que não participava da discussão que antecedeu o disparo e que está tomando as medidas necessárias. Em vídeo, relatou ter ouvido o tiro e sentido um forte impacto no pé, que passou a latejar e queimar. O apresentador afirmou que está bem, mas avaliou que o episódio poderia ter tido consequências mais graves.

O procurador de Justiça Sérgio Turra Sobrane pediu que o caso seja enviado à primeira instância. Ele argumenta que o episódio ocorreu em um estabelecimento comercial e não teve relação com o mandato de Aguiar, razão pela qual, em sua avaliação, não deve ser julgado inicialmente pelo tribunal que atende autoridades com foro. A Justiça ainda não decidiu sobre o pedido.

Enquanto a definição sobre a instância competente não ocorre, a Polícia Civil mantém a investigação. Três testemunhas já foram ouvidas; duas presenciaram os disparos e uma disse ter escutado o tiro. Há relatos de que Aguiar poderia estar acompanhado de outros deputados, mas essas pessoas não foram identificadas publicamente.

Fontes: O Globo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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