Pular para o conteúdo
Segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Democratas dos EUA pedem que Trump reconheça vitória de Lula

Gregory Meeks, Jeanne Shaheen e Ro Khanna cobraram respeito ao resultado, enquanto Bernie Sanders celebrou a reeleição; Trump ainda não comentou.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Capitólio dos Estados Unidos ao fundo e bandeira do Brasil em primeiro plano. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Capitólio dos Estados Unidos ao fundo e bandeira do Brasil em primeiro plano.
Resumo em 30 segundos

Parlamentares democratas dos Estados Unidos parabenizaram Lula pela vitória no segundo turno e pediram que Donald Trump respeite o resultado. O presidente americano ainda não havia se manifestado até o início da tarde de segunda-feira. China e Japão também felicitaram Lula e demonstraram interesse em aprofundar a relação com o Brasil.

Congressistas democratas dos Estados Unidos parabenizaram Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira (26) pela vitória no segundo turno da eleição brasileira, realizado no domingo (25), e pediram ao presidente Donald Trump que reconheça o resultado. Até o início da tarde, Trump não havia se pronunciado sobre o pleito, cuja apuração foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O deputado Gregory Meeks, de Nova York e integrante do comitê de Relações Exteriores da Câmara, disse que espera trabalhar com o novo governo brasileiro. Em publicação na rede social X, afirmou que a gestão Trump deveria apoiar uma transferência de poder pacífica e ordenada, de acordo com a vontade dos eleitores e com o processo democrático.

A senadora Jeanne Shaheen, de New Hampshire e também integrante do comitê de Relações Exteriores, felicitou Lula pela reeleição e pediu respeito ao processo eleitoral. O deputado Ro Khanna, da Califórnia, descreveu o resultado como uma derrota do extremismo e declarou que Trump não deveria tentar enfraquecer as eleições brasileiras.

O senador independente Bernie Sanders parabenizou Lula ainda na noite de domingo. Ele afirmou que o presidente se levantou pelos trabalhadores brasileiros e pela democracia e que continuaria a fazê-lo nos próximos quatro anos.

A manifestação dos parlamentares ocorreu enquanto Trump permanecia em silêncio. Antes da eleição, o presidente americano havia dito que estava “observando” a disputa e a acompanhava “muito de perto”, sem declarar apoio a nenhum candidato. Nas horas após a confirmação do resultado, publicou mensagens sobre temas dos Estados Unidos e outros assuntos, mas não mencionou a votação brasileira.

A eleição também recebeu cumprimentos de autoridades estrangeiras de diferentes orientações políticas. Entre os líderes latino-americanos que reconheceram a vitória de Lula estão os presidentes do Chile, José Antonio Kast; do Paraguai, Santiago Peña; da Bolívia, Rodrigo Paz; do Equador, Daniel Noboa; e da Colômbia, Abelardo de la Espriella. A peruana Keiko Fujimori também parabenizou o presidente brasileiro.

O governo chinês felicitou Lula nesta segunda-feira. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, disse que o país está disposto a trabalhar com o Brasil para aprofundar a relação bilateral. Ao ser questionado sobre a declaração do senador Flávio Bolsonaro de que pediria a anulação da eleição, Guo respondeu: “A China respeita a escolha do povo brasileiro”.

O Japão também manifestou interesse em ampliar a parceria com o Brasil. A primeira-ministra Sanae Takaichi disse, em publicação nas redes sociais, estar “ansiosa para trabalhar com o presidente para aprofundar ainda mais a Parceria Estratégica Global entre o Japão e o Brasil”. Até a manhã desta segunda-feira, os presidentes Trump e Javier Milei, da Argentina, ainda não haviam feito comentários públicos sobre a vitória.

Fontes: Folha de S.Paulo, Estadão, O Globo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também