TSE registra 1.551 urnas trocadas no segundo turno
O balanço do TSE, atualizado até as 18h, não apontava votação manual; as trocas permitiram manter a votação eletrônica nas seções afetadas.
Resumo em 30 segundos
O TSE contabilizou 1.551 urnas substituídas no segundo turno das eleições de 2026, o equivalente a 0,28% dos equipamentos principais usados no país. São Paulo teve o maior número de trocas, enquanto Sergipe liderou proporcionalmente. Até as 18h, nenhuma seção havia recorrido à votação manual.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 1.551 urnas eletrônicas substituídas no segundo turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (25). O balanço, atualizado até as 18h, representa 0,28% das 499.248 urnas principais usadas no país; nenhuma seção precisou recorrer à votação manual até aquele horário.
O total aumentou em 35 equipamentos em relação ao levantamento anterior, que contabilizava 1.516 substituições. O relatório considera ocorrências do próprio domingo e indica que havia 48.815 urnas de contingência disponíveis para reposição. Ao todo, 158.745.463 eleitores estavam aptos a votar no segundo turno.
São Paulo teve o maior número absoluto de trocas: 295, equivalente a 0,26% das 103.656 urnas principais utilizadas no estado. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 159 substituições; Paraná, com 140; Minas Gerais, com 136; e Bahia, com 102. O Paraná registrou 0,47% de trocas em relação ao total de seus equipamentos principais.
A comparação proporcional altera a ordem: Sergipe liderou, com 0,59% das urnas substituídas. Santa Catarina teve 0,51%, e o Paraná, 0,47%. São Paulo, embora concentrasse o maior número de ocorrências, ficou em 0,26%, percentual igual ao da Bahia e do Ceará.
Também houve substituições no Rio Grande do Sul (87), em Pernambuco (82), no Ceará (69) e no Espírito Santo (47). Os demais registros incluíram 39 trocas na Paraíba e em Sergipe, 33 em Goiás, 31 no Maranhão e no Piauí e 30 no Pará. No exterior, não houve substituições; havia 1.351 urnas principais e 129 de contingência.
Na Serra gaúcha, o cartório da 169ª Zona Eleitoral informou que quatro urnas foram trocadas em Caxias do Sul por falhas técnicas. Uma substituição ocorreu no Salão Paroquial Nossa Senhora da Saúde, na Zona 136; as outras foram em Ana Rech, Serrano e Jardim Eldorado, na Zona 169. Em Farroupilha, o cartório da 61ª Zona Eleitoral registrou cinco trocas, quatro delas por demora no reconhecimento da biometria. Bento Gonçalves teve duas e Carlos Barbosa, uma.
A votação manual com cédulas de papel é uma alternativa prevista para situações em que a urna apresenta problemas e não pode ser substituída. O balanço do TSE, porém, não registrou nenhuma seção nessa condição, no Brasil ou no exterior, até as 18h. A troca do equipamento permite que a votação continue eletronicamente, sem necessidade de recorrer ao procedimento excepcional.