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Segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Novo filme de Razão e Sensibilidade estreia nos cinemas brasileiros

A adaptação dirigida por Georgia Oakley chega às salas nesta quinta-feira, 29 de outubro, com Daisy Edgar-Jones no papel de Elinor Dashwood.

Por Redação Plantão Paulista 3 min de leitura
Imagem gerada por IA: Três irmãs com roupas de época diante de um chalé no campo inglês. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Três irmãs com roupas de época diante de um chalé no campo inglês.
Resumo em 30 segundos

A nova adaptação do romance de Jane Austen acompanha as irmãs Dashwood após a morte do pai e a perda da segurança financeira da família. Dirigido por Georgia Oakley, o filme traz Daisy Edgar-Jones como Elinor e Esmé Creed-Miles como Marianne. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de outubro.

A nova adaptação de “Razão e Sensibilidade”, romance de Jane Austen, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29). Dirigido pela inglesa Georgia Oakley e escrito por Diana Reid, o filme de 2026 acompanha as irmãs Dashwood, que enfrentam a perda da segurança financeira da família e tentam construir um futuro em meio às convenções sociais da Inglaterra do início do século 19.

Daisy Edgar-Jones interpreta Elinor, a irmã mais velha, enquanto Esmé Creed-Miles vive Marianne e Bodhi Rae Breathnach faz Margaret, a caçula. Caitríona Balfe interpreta a mãe das jovens, a Sra. Dashwood. O elenco também inclui Tom Brooke como John Dashwood, George MacKay como Edward Ferrars, Frank Dillane como Willoughby e Herbert Nordrum como o Coronel Brandon.

A trama começa depois da morte repentina do patriarca. A herança e as propriedades passam a John, filho do primeiro casamento do homem, e a viúva e as três filhas deixam a casa da família em Sussex. Elas se mudam para um chalé no condado de Devonshire, cedido por um parente, e passam a viver com recursos mais limitados.

A mudança afeta as possibilidades das irmãs, para quem o casamento não é apenas uma escolha amorosa. Na sociedade retratada por Austen, mulheres sem fortuna ou dote tinham poucas alternativas para garantir estabilidade econômica. A busca por um parceiro, portanto, se mistura à necessidade de segurança e à pressão das expectativas sociais.

Elinor e Marianne respondem de maneiras distintas aos sentimentos. A mais velha procura agir com prudência e esconder o que sente por Edward Ferrars; Marianne se entrega intensamente às emoções quando conhece Willoughby. O Coronel Brandon, por sua vez, demonstra afeição por Marianne e desconfia do comportamento do jovem. O contraste entre as irmãs dá forma ao dilema sugerido pelo título, sem reduzir uma delas à razão e a outra à sensibilidade.

A diretora aposta em uma abordagem melancólica e realista, com atenção à luz natural tanto nas paisagens quanto nos interiores. A fotografia é assinada por Arnaud Potier, a montagem por Izabella Curry e a trilha sonora minimalista por Roger Goula. A narrativa também abre espaço para silêncios e expressões contidas, além dos diálogos irônicos associados à escrita de Austen.

A estreia brasileira ocorre mais de dois séculos depois da publicação do romance, lançado em 1811. A obra continua a ser adaptada para o cinema e a televisão, em parte por combinar relações amorosas e familiares com questões de dinheiro, posição social e autonomia das mulheres. A história permite diferentes interpretações sem deixar de tratar do conflito entre desejos pessoais e as condições impostas pela sociedade.

A versão mais conhecida para o cinema chegou às telas em 1995, sob direção de Ang Lee e com roteiro de Emma Thompson, que também interpretou Elinor. Kate Winslet viveu Marianne. O filme recebeu reconhecimento internacional e é lembrado entre as adaptações de Austen; outra versão foi a minissérie da BBC lançada em 2008, que teve mais tempo para desenvolver a situação econômica das Dashwood.

Austen escreveu seis romances, mas seus livros inspiraram mais de 80 adaptações, modernizações ou releituras para cinema, televisão e streaming. Entre elas estão “Orgulho e Preconceito”, em versões diferentes, a comédia adolescente “As Patricinhas de Beverly Hills”, inspirada em “Emma”, e “Orgulho e Preconceito e Zumbis”.

Na nova produção, a história das irmãs mantém no centro o vínculo familiar e a maneira como cada uma enfrenta a vulnerabilidade e o amor. A pressão financeira que molda suas escolhas também ajuda a explicar por que a narrativa de época continua legível para públicos atuais: os costumes mudaram, mas o conflito entre o que se deseja e o que as circunstâncias permitem permanece reconhecível.

Fontes: Zero Hora, Gazeta do Povo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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