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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Lula define estratégia para evitar que Flávio fique atrás na Globo

O confronto será na sexta-feira, último antes do segundo turno; Sidônio também diz que a campanha pediu checagem das declarações durante o programa.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Estúdio de televisão preparado para um debate, com dois púlpitos e câmeras de transmissão. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Estúdio de televisão preparado para um debate, com dois púlpitos e câmeras de transmissão.
Resumo em 30 segundos

Sidônio Palmeira afirmou que Lula poderá ficar mais tempo no púlpito para evitar que Flávio Bolsonaro caminhe atrás dele durante o debate da Globo. A campanha também pediu checagem das declarações. Para o confronto, aliados discutem cobranças mais diretas ao senador e respostas a possíveis ataques sobre investigações envolvendo o filho do presidente.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, afirmou nesta quarta-feira que Luiz Inácio Lula da Silva pretende evitar que Flávio Bolsonaro fique atrás dele durante o debate da TV Globo, marcado para sexta-feira. O encontro será o último entre os dois candidatos antes do segundo turno da eleição presidencial.

“Lula vai ficar no púlpito se necessário. Essa estratégia da extrema direita (de ficar atrás do candidato) é usada no mundo inteiro e não vai acontecer neste debate (TV Globo)”, disse Sidônio no Palácio do Planalto. Segundo ele, Lula poderá permanecer mais tempo junto ao púlpito, mas não necessariamente deixará de circular pelo estúdio.

No debate da Band, realizado no domingo, Flávio caminhou atrás de Lula enquanto o presidente respondia e olhava para as câmeras. O senador fez gestos negativos e reagiu com expressões faciais às falas do adversário. A estratégia, segundo a descrição do episódio, buscava produzir imagens para recortes e compartilhamentos nas redes sociais.

Sidônio também afirmou que a campanha de Lula pediu à Globo que faça checagem das declarações durante o programa. O ministro tirou férias do cargo para atuar exclusivamente na campanha neste segundo turno e é o principal responsável pela preparação do presidente para os debates.

Lula deve se dedicar aos preparativos na quinta e na sexta-feira. A orientação discutida por aliados para o confronto na Globo é que o presidente adote uma postura mais enfática ao cobrar de Flávio suas relações com milicianos e com Willer Tomaz, descrito como amigo do senador e investigado no caso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A equipe também considera como Lula poderá responder caso seja questionado sobre investigações envolvendo seu filho. A linha prevista é comparar a atuação das autoridades nos governos de Jair Bolsonaro e de Lula, que está no cargo, e afirmar que Flávio teria sido protegido pelo pai. O filho do presidente é investigado em três inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme o cenário discutido pela campanha.

A preparação para o debate da Band teve outro foco: Lula foi orientado a evitar ataques pessoais e priorizar propostas, incluindo críticas aos possíveis cortes em programas sociais e às contradições do “tesouraço” defendido por Flávio. Para a Globo, a estratégia em avaliação prevê cobranças mais diretas ao adversário, além da possibilidade de responder a ataques sobre as investigações.

Fontes: O Globo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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