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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro e Lula empatam em pesquisa para segundo turno

Na pesquisa eleitoral da Quaest, Flávio tem 45% e Lula, 44% das intenções de voto; a margem de erro é de dois pontos percentuais.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Eleitor vota em uma cabine de votação em local de votação no Brasil. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Eleitor vota em uma cabine de votação em local de votação no Brasil.
Resumo em 30 segundos

A pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira mostra Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto e Lula com 44% no cenário estimulado para o segundo turno, marcado para domingo (25). A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Na pesquisa espontânea, os dois têm 40%.

A pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência. No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Flávio tem 45% das intenções de voto, ante 44% de Lula; a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os dois disputam o segundo turno, marcado para domingo (25).

Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio aparecia com 46% e Lula, com 44%. A variação do candidato do PL foi de um ponto para baixo, enquanto o percentual do presidente permaneceu igual, dentro da margem de erro. O resultado, portanto, não aponta vantagem estatisticamente definida para nenhum dos dois.

A rejeição a Lula caiu de 53% para 47% em uma semana, uma redução de seis pontos percentuais. A de Flávio passou de 54% para 52%, oscilação de dois pontos. Aliados do candidato do PL atribuíram a queda do índice do presidente a medidas do governo de apelo popular adotadas nas últimas semanas, entre elas a aprovação do fim da escala 6x1, o aumento do limite do microempreendedor individual (MEI), o perdão de dívidas de microempreendedores, a proposta de tarifa zero de ônibus aos fins de semana e a antecipação do Bolsa Família.

Integrantes da campanha de Flávio também relativizaram o resultado ao lembrar que a última pesquisa do instituto antes do primeiro turno indicou desempenho inferior ao que o candidato teve nas urnas. Outros aliados disseram que a pequena diferença deve servir de estímulo para manter atos de rua e mobilizar eleitores, com o objetivo de conquistar votos, reduzir abstenções e convencer indecisos. Um deles afirmou que a margem apertada exige mais trabalho para eleger Flávio.

A avaliação entre aliados é que a disputa continua aberta e que a campanha não deve tratar a vitória como garantida. Na reta final, pesquisas eleitorais são estimativas de intenção de voto, sujeitas à margem de erro e a mudanças até a votação. O resultado das urnas também depende da participação dos eleitores: além de manter os votos já conquistados, os candidatos buscam levar às seções pessoas que podem deixar de votar.

A Quaest também registrou empate de 40% entre os candidatos na pesquisa espontânea, em que os nomes não são apresentados aos entrevistados. Nesse cenário, 14% estavam indecisos. Na estimulada, brancos, nulos e eleitores que disseram que não votariam somaram 9%, enquanto 2% não souberam responder.

Fontes: Valor Econômico, Zero Hora

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