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Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Trump tem aprovação de 32% a uma semana das eleições de meio de mandato

Na pesquisa Reuters/Ipsos, os democratas lideram a preferência para o Congresso por 50% a 41% quando são consideradas as inclinações dos indecisos.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Donald Trump discursa em um evento público, diante de uma plateia. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Donald Trump discursa em um evento público, diante de uma plateia.
Resumo em 30 segundos

A aprovação de Donald Trump chegou a 32%, um ponto acima da mínima da semana anterior, segundo pesquisa Reuters/Ipsos. Na preferência para o Congresso, os democratas têm vantagem de nove pontos quando são consideradas as inclinações dos indecisos. Custo de vida e economia estão entre os principais temas da campanha.

A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 32%, um ponto percentual acima da mínima registrada na semana anterior, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (26). O levantamento foi realizado a uma semana das eleições de meio de mandato, que vão definir o controle da Câmara dos Representantes e do Senado pelo período restante do mandato presidencial.

Na pergunta sobre qual partido os eleitores registrados escolheriam para o Congresso, os democratas tiveram 47% das preferências, ante 36% dos republicanos. Outros 11% não souberam responder. Considerando também a inclinação dos indecisos, a vantagem democrata caiu para nove pontos: 50% a 41%. A diferença inicial era de 11 pontos na pesquisa encerrada em 19 de outubro.

As eleições de meio de mandato, conhecidas nos Estados Unidos como midterms, ocorrem no meio do mandato presidencial e renovam cadeiras no Congresso. O resultado pode alterar o equilíbrio de poder entre o presidente e o Legislativo: se os republicanos perderem o controle da Câmara ou do Senado, a agenda de Trump poderá enfrentar mais obstáculos nos dois últimos anos de seu segundo mandato.

A chamada pesquisa de voto genérico pergunta qual partido os eleitores preferem para o Congresso e oferece um retrato nacional da preferência partidária. Ela não prevê diretamente o resultado das disputas em cada estado e distrito, que é o que determina a composição das duas Casas. As corridas locais têm características próprias; os republicanos contam com vantagens estruturais em algumas delas. Analistas veem melhores chances para os democratas na Câmara do que no Senado.

A economia aparece como tema central da campanha. Cerca de 73% dos entrevistados disseram que o custo de vida estava seguindo na direção errada. Na avaliação sobre qual partido tem uma abordagem melhor para a economia, 37% escolheram os democratas e 33%, os republicanos. Antes dos ataques militares dos Estados Unidos ao Irã, em fevereiro, pesquisas apontavam os republicanos à frente na percepção dos eleitores sobre a condução econômica. A ofensiva elevou os preços da gasolina, segundo o levantamento.

O entusiasmo para votar também foi maior entre democratas: 46% disseram estar muito animados com a eleição, contra 30% dos republicanos. Entre os entrevistados considerados mais propensos a comparecer às urnas, os democratas mantiveram vantagem de nove pontos, por 53% a 44%. O voto não é obrigatório nos Estados Unidos.

A pesquisa foi feita pela internet com 1.679 adultos, incluindo 1.280 eleitores registrados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para o conjunto dos adultos e de três pontos para os eleitores registrados.

Fontes: Folha de S.Paulo

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