Pular para o conteúdo
Sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Propaganda eleitoral do segundo turno volta ao rádio e à TV

Flávio Bolsonaro defende mudanças e Lula alerta para retrocessos; cada candidato à Presidência tem cinco minutos nos blocos até 23 de outubro.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Microfone em estúdio de rádio diante de uma televisão com dois candidatos em uma transmissão eleitoral. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Microfone em estúdio de rádio diante de uma televisão com dois candidatos em uma transmissão eleitoral.
Resumo em 30 segundos

A propaganda eleitoral gratuita do segundo turno voltou ao rádio e à televisão nesta sexta-feira, 9 de outubro. Flávio Bolsonaro enfatizou a ideia de mudança e exibiu apoios de lideranças políticas. Lula criticou as propostas do adversário, alertou para possíveis cortes e apresentou medidas para educação, emprego e renda. Os programas vão ao ar até 23 de outubro.

A propaganda eleitoral gratuita para o segundo turno voltou ao rádio e à televisão nesta sexta-feira (9), com cinco minutos para cada candidato à Presidência. Na estreia no rádio, Flávio Bolsonaro (PL) apresentou a disputa como uma escolha por mudanças, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) advertiu para o que chamou de risco de retrocesso caso o adversário seja eleito.

Em uma inserção de cinco minutos, Flávio repetiu 22 vezes as palavras “mudança” ou “mudar”. “O Brasil já decidiu, votou na mudança. E a mudança é muito maior do que eu”, disse o senador, ao defender a ideia de um “novo Brasil” e afirmar que o país estaria unido no segundo turno.

A peça incluiu manifestações de apoio do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que terminaram o primeiro turno em quinto e sexto lugares, respectivamente. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também apareceu na propaganda e destacou a eleição de dois senadores paulistas de direita: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Flávio voltou a defender o fim da reeleição para presidente, a classificação de facções criminosas e milícias como organizações terroristas e a construção de cinco presídios federais. A propaganda eleitoral gratuita é o espaço de rádio e televisão destinado às campanhas durante o período eleitoral; no segundo turno, cada candidato presidencial tem cinco minutos nos blocos.

Lula abriu sua peça citando cortes em programas e áreas durante o governo de Jair Bolsonaro, incluindo o Farmácia Popular, a educação e a falta de reajuste do salário mínimo. Em seguida, contestou a proposta de mudança defendida pelo rival e disse não ver nela “qualquer possibilidade de fazer alguma coisa que seja um futuro promissor para a sociedade brasileira”.

O presidente descreveu a eleição como uma escolha entre o fortalecimento da democracia e, segundo suas palavras, “uma barbárie”. A campanha também alertou para possíveis reduções de benefícios e investimentos caso Flávio vença. Em resposta às críticas sobre programas sociais, o senador afirmou que pretende manter o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e o Farmácia Popular.

A propaganda de Lula apresentou propostas para ampliar investimentos em universidades e institutos federais e universalizar o Pé-de-Meia no ensino médio. O programa oferece incentivo financeiro a estudantes para estimular a permanência na escola; a campanha também defendeu a manutenção do Bolsa Família como apoio para evitar a evasão escolar.

Entre outras propostas citadas por Lula estão reajustar o salário mínimo acima da inflação, gerar empregos e acabar com a escala de trabalho 6x1, em que se trabalha seis dias e se folga um. A propaganda convocou eleitores a participar de atos e buscar votos para o presidente. Os programas do segundo turno vão ao ar até 23 de outubro, dois dias antes da votação.

Fontes: Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também