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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Pedrinho, presidente do Vasco, é internado com celulite facial

A infecção bacteriana pode causar dor, vermelhidão, inchaço e febre; em quadros graves, pode atingir os olhos ou provocar sepse.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Corredor de hospital com uma sala de atendimento ao fundo e um carrinho médico. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Corredor de hospital com uma sala de atendimento ao fundo e um carrinho médico.
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Pedrinho, presidente do Vasco da Gama, foi internado na terça-feira, 20, para tratar uma celulite facial e não acompanhou o jogo contra o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana. A infecção bacteriana pode causar dor, vermelhidão e inchaço. O tratamento é feito com antibióticos, e alguns casos exigem internação.

Pedrinho, presidente do Vasco da Gama, foi internado na terça-feira, 20, para tratar uma celulite facial e não acompanhou a partida do clube contra o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana. A condição é uma infecção bacteriana da pele e dos tecidos sob ela, diferente da celulite estética, que provoca o aspecto conhecido como “casca de laranja”.

A infecção acontece quando bactérias atravessam a barreira da pele por cortes, feridas ou fissuras e alcançam o tecido subcutâneo. Na face, também pode ter origem em problemas dentários, sobretudo quando a raiz do dente ou os tecidos próximos estão comprometidos. Apesar do nome, a celulite infecciosa pode atingir qualquer região do corpo e é mais comum nas pernas.

Os sintomas mais frequentes são dor, vermelhidão com bordas pouco definidas, inchaço e aumento da temperatura da pele. Febre, calafrios e mal-estar também podem ocorrer. O diagnóstico considera o aspecto da pele, os sintomas e a evolução do quadro; em algumas situações, exames laboratoriais ou de imagem ajudam na avaliação.

A celulite facial pode ser grave se não receber tratamento adequado. A infecção pode se espalhar pelo organismo e, em casos mais sérios, causar sepse, uma reação desregulada do corpo à infecção que prejudica o funcionamento dos órgãos. Na face, há ainda risco de atingir os olhos ou estruturas dentro da órbita ocular e, mais raramente, de provocar meningite.

Alterações na visão, dor ao movimentar os olhos ou piora rápida do inchaço são sinais de alerta que exigem avaliação imediata. A orientação diante de suspeita é procurar atendimento médico, para que um profissional determine a gravidade e o tratamento necessário.

O tratamento é feito com antibióticos, escolhidos de acordo com a localização e a gravidade da infecção e as características do paciente. Se houver abscesso — acúmulo de pus —, pode ser necessário drenar a região. A internação pode ser indicada quando o quadro avança rapidamente, há suspeita de complicações, o tratamento inicial não funciona ou é preciso administrar antibióticos pela veia. A hospitalização também pode ser adotada para evitar uma piora, mesmo quando o quadro não é considerado muito grave.

A prevenção depende de proteger a integridade da pele: manter a higiene, lavar as mãos, limpar ferimentos pequenos e hidratar áreas ressecadas. Também é importante tratar condições que causem fissuras ou lesões, como dermatites e micoses, e evitar espremer ou manipular espinhas. Qualquer pessoa pode desenvolver a infecção, mas o risco é maior em quem tem diabetes mal controlada, dificuldade de cicatrização, imunidade reduzida, inchaço crônico ou alterações de circulação.

Fontes: Estadão

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