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Sábado, 3 de outubro de 2026

Nunes Marques defende urna eletrônica e liberdade do voto antes da eleição

Em pronunciamento na véspera do primeiro turno, presidente do TSE alerta que ameaças e tentativas de pressionar eleitores serão reprimidas.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Urna eletrônica em uma seção eleitoral, com mesário conferindo o equipamento e eleitor ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Urna eletrônica em uma seção eleitoral, com mesário conferindo o equipamento e eleitor ao fundo.
Resumo em 30 segundos

Kassio Nunes Marques afirmou que as urnas eletrônicas têm mecanismos de segurança, transparência e auditoria e que a Justiça Eleitoral está preparada para a votação. Ele pediu que eleitores chequem informações antes de compartilhá-las, destacou medidas contra conteúdos manipulados por inteligência artificial e lembrou regras para votar neste domingo.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, defendeu a segurança das urnas eletrônicas e a liberdade de escolha dos eleitores em pronunciamento transmitido por rádio e televisão na noite deste sábado, véspera do primeiro turno das eleições. Ele afirmou que a Justiça Eleitoral está preparada para receber os votantes e que tentativas de pressioná-los serão reprimidas.

Ao falar sobre o sistema de votação, Nunes Marques disse que as urnas fazem parte da experiência democrática brasileira há 30 anos e contam com mecanismos de segurança, transparência e auditoria. O ministro afirmou que o sistema é atualizado a cada eleição.

O presidente do TSE dirigiu um alerta a candidatos, candidatas e apoiadores. Segundo ele, ameaças, assédio e outras formas de interferência na vontade do eleitor serão prontamente reprimidos. Nunes Marques também ressaltou que a decisão sobre os rumos do país cabe exclusivamente a quem vota.

O ministro pediu que os brasileiros verifiquem as informações antes de compartilhá-las e recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral quando tiverem dúvidas. A orientação ocorre em meio à circulação de conteúdos falsos durante campanhas eleitorais. O TSE mantém uma estrutura para monitorar e combater desinformação e tem acordos com plataformas digitais para enfrentar conteúdos capazes de afetar o processo eleitoral.

Em setembro, o tribunal estabeleceu critérios para identificar conteúdos manipulados por inteligência artificial, incluindo deepfakes, e parâmetros para aplicar as regras eleitorais a esse tipo de material. Deepfake é um conteúdo audiovisual alterado por inteligência artificial para imitar a aparência ou a voz de uma pessoa; sua identificação é relevante porque pode dar aparência de autenticidade a declarações ou cenas falsas.

Neste sábado, o TSE realizou a verificação da integridade e da autenticidade dos sistemas usados para transmitir, receber e totalizar os resultados. Também emitiu a zerésima da totalização, documento que registra que não havia votos contabilizados no sistema antes do começo da votação. Esses procedimentos integram as medidas de fiscalização e transparência do processo.

Nunes Marques anunciou ainda que os dois últimos eleitores aptos a votar em cada seção serão convidados a acompanhar o encerramento da votação. Eles receberão um boletim de urna com os votos registrados na seção. O documento terá um QR Code que permitirá conferir o resultado pelo aplicativo BU na Mão.

O ministro também lembrou que aparelhos eletrônicos, inclusive celulares, não podem ser levados à cabine de votação. A regra busca preservar o sigilo do voto, que, conforme a Constituição, é direto e tem valor igual para todos. A Justiça Eleitoral também oferecerá transporte até as urnas a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e a moradores de comunidades remotas que tenham feito cadastro prévio, incluindo indígenas e quilombolas.

A votação do primeiro turno começa neste domingo, às 8h. Os eleitores escolherão deputados federais e estaduais, dois senadores, governadores e presidente da República.

Para entender

Zerésima
Documento emitido antes da votação que registra que o sistema de totalização não contém votos contabilizados. Sua emissão permite verificar que a apuração começa sem resultados previamente inseridos.
BU na Mão
Aplicativo da Justiça Eleitoral que permite consultar o boletim de urna por meio de um QR Code. O boletim registra os votos contabilizados em uma seção eleitoral e é divulgado ao fim da votação.

Fontes: O Globo, Estadão, Gazeta do Povo

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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