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Terça-feira, 20 de outubro de 2026

Felca relata fobia social e propõe desafio para jovens

Em vídeo publicado nesta terça-feira, o influenciador associa a ansiedade social ao bullying e anuncia uma iniciativa de três meses para jovens e adolescentes.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Felca fala diante de uma câmera em um ambiente interno. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Felca fala diante de uma câmera em um ambiente interno.
Resumo em 30 segundos

Felca contou que o bullying vivido na infância e na adolescência está relacionado à fobia social que enfrenta. Ele relatou o uso abusivo de álcool para lidar com situações sociais e anunciou o Projeto #simfel, que propõe a jovens e adolescentes sair mais de casa e registrar as experiências. Também se ofereceu para dar palestras voluntárias sobre bullying em escolas.

O influenciador Felca publicou nesta terça-feira, 20, um vídeo em que conta ter transtorno de ansiedade social, também chamado de fobia social, e associa a condição ao bullying que sofreu na infância e na adolescência. No relato, ele fala sobre os impactos do problema, incluindo o uso abusivo de álcool para enfrentar situações sociais, e anuncia uma iniciativa voltada a jovens e adolescentes.

Felca descreve medo e dificuldade para interagir com outras pessoas, falar em público e permanecer em ambientes cheios. Segundo ele, chegou a passar longos períodos sem sair de casa. Também relata que teve problemas para se comunicar com funcionários de um pronto-socorro quando precisou ajudar o irmão durante uma emergência médica.

O influenciador afirma que recorria ao álcool para conseguir gravar vídeos em público, participar de palestras e conceder entrevistas. Ele diz que procurou ajuda depois de desmaiar no banheiro de casa e quebrar duas costelas. Antes disso, conta, passou um dia bebendo para conseguir terminar uma gravação. Ao tentar interromper o consumo, relata ter sentido tremores.

No vídeo, Felca também aborda a ideação suicida e descreve o bullying como uma experiência cujos efeitos podem continuar mesmo depois dos episódios. “O maior pecado do bullying é que depois dele nada acontece”, diz. Ele afirma que, após anos de enfrentamento e reflexão, percebeu que o trabalho para lidar com as consequências ainda estava no começo.

O relato termina com o anúncio do Projeto #simfel, uma proposta de três meses para que jovens e adolescentes com fobia social se desafiem a sair mais de casa e registrem as experiências nas redes sociais com a hashtag. Felca também se ofereceu para dar palestras voluntárias sobre bullying em escolas do país.

O transtorno de ansiedade social envolve medo intenso ou persistente de situações em que a pessoa pode ser observada ou avaliada por outras pessoas. Isso pode interferir em atividades cotidianas, como conversar, estudar ou trabalhar. A fobia social não é apenas timidez, e a avaliação e o tratamento devem ser conduzidos por profissionais de saúde.

Felca é o nome artístico de Felipe Bressanim Pereira, de 27 anos, natural de Londrina, no Paraná. Ele começou a produzir conteúdo na internet em 2012, como streamer de videogames, e depois passou a publicar vídeos de humor. O influenciador já havia falado publicamente sobre depressão e sobre ter diagnóstico de transtorno de ansiedade social.

Fontes: Estadão

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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