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Domingo, 4 de outubro de 2026

Eleitores enfrentam filas de mais de uma hora em seções eleitorais

Falhas em urnas e dificuldades na identificação biométrica atrasam a votação em locais de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza neste domingo.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Eleitores aguardam em fila dentro de uma escola usada como local de votação. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Eleitores aguardam em fila dentro de uma escola usada como local de votação.
Resumo em 30 segundos

Eleitores enfrentaram filas de mais de uma hora em seções de São Paulo e do Rio de Janeiro na manhã deste domingo. Em São Paulo, urnas com problemas levaram a pausas para manutenção. Em Taboão da Serra, a espera chegou a cerca de 50 minutos; em Fortaleza, a falta de biometria tornou o atendimento mais lento.

Eleitores enfrentaram filas de até mais de uma hora para votar na manhã deste domingo (4) em seções de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Problemas em urnas eletrônicas e dificuldades na identificação biométrica foram apontados como causas da demora, registrada também em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Na capital paulista, uma urna da seção 258 do Colégio Caritas, na zona sul, apresentou defeito e provocou espera superior a uma hora a partir das 9h30. Perto das 11h30, eleitores disseram que a equipe de manutenção havia chegado e orientava as pessoas a aguardar, mas a fila continuava crescendo.

Também houve relatos de falha na urna da seção 3 do Colégio São Bento, no centro da cidade, onde eleitores esperavam mais de uma hora. Na Escola Estadual Orlando Horácio Vita, no Imirim, zona norte, a urna da seção 214 passou por manutenção. Uma eleitora calculou que levou cerca de 15 minutos para votar por causa da lentidão do equipamento. Depois de aproximadamente oito pessoas terem votado pela manhã, o serviço foi interrompido para reparo.

Na Escola Estadual Silvia Aparecida dos Santos, em Taboão da Serra, a espera chegava a cerca de 50 minutos por volta das 11h45. As filas ocupavam o pátio e avançavam pelo prédio enquanto os eleitores aguardavam para entrar nas seções.

No Rio de Janeiro, eleitores também relataram filas com mais de uma hora na Escola Municipal Albert Schweitzer, em Laranjeiras, na zona sul da capital. Em Fortaleza, a ausência de biometria de parte dos votantes reduzia o ritmo do atendimento na creche Paulo César Feitosa, no bairro Cidade 2000, onde a espera chegava a 35 minutos.

A biometria é uma forma de confirmar a identidade do eleitor por meio de características físicas, como as impressões digitais. Quando a identificação biométrica não está disponível ou não pode ser feita, a conferência pode exigir procedimentos adicionais, o que tende a tornar o atendimento mais lento. Já falhas em urnas podem levar à pausa da votação para avaliação e manutenção do equipamento, como ocorreu em uma das seções da zona norte de São Paulo.

Fontes: Folha de S.Paulo

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