Pular para o conteúdo
Segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Ciclone Simón deixa um morto e inunda áreas costeiras do México

O sistema se afasta da costa na categoria 2, mas autoridades mantêm alertas para chuvas fortes e ondas de até cinco metros; a previsão é que toque o solo em Sinaloa na quarta-feira.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Ondas fortes atingem a costa mexicana sob nuvens escuras após a passagem do ciclone Simón. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Ondas fortes atingem a costa mexicana sob nuvens escuras após a passagem do ciclone Simón.
Resumo em 30 segundos

O ciclone Simón deixou um homem de 71 anos morto em Guerrero e provocou inundações e deslizamentos em estados costeiros do México. Nesta segunda-feira, o sistema de categoria 2 se afastava da costa, mas autoridades mantinham alertas para chuva forte e ondas de até cinco metros. A previsão é que chegue a Sinaloa na quarta-feira.

O ciclone Simón deixou um homem de 71 anos morto e provocou inundações em áreas costeiras do México ao passar pelo Pacífico, sem tocar o solo até agora. Nesta segunda-feira, 12 de outubro, o sistema estava na categoria 2 da escala Saffir-Simpson e se afastava da costa, embora as autoridades mantivessem o alerta para chuvas fortes e ondas que podem chegar a cinco metros.

A morte ocorreu em Guerrero, onde o homem morreu após o desabamento de um muro, segundo a governadora Evelyn Salgado. Chuvas intensas também atingiram Jalisco. Michoacán e Colima registraram alagamentos e deslizamentos, sobretudo em localidades próximas a rios e córregos que tiveram elevação do nível da água.

Puerto Vallarta, em Jalisco, esperava que Simón chegasse à costa como um furacão de grande intensidade. O ciclone perdeu força no domingo e, nesta segunda-feira, a cidade amanheceu com céu limpo. O aeroporto continuava fechado, e parte dos estabelecimentos ainda não havia retomado as atividades.

A previsão do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos é que Simón toque o solo na quarta-feira, dia 14, em Sinaloa, mais ao norte. A escala Saffir-Simpson classifica furacões conforme a velocidade dos ventos, em cinco categorias; a categoria 2 indica um sistema com capacidade de causar danos, embora o impacto dependa também das condições locais e da chuva.

Em Puerto Vallarta, a moradora Magda Flores, de 55 anos, disse estar mais tranquila e esperar que o comércio reabra em breve. Ela afirmou que a cidade precisa recuperar a atividade econômica depois de um ano difícil, marcado também pela queda no turismo após a onda de violência atribuída ao Cartel Jalisco Nova Geração, em fevereiro.

O México também enfrenta os efeitos da tempestade Rachel, que atingiu a Baixa Califórnia e já se dissipou. A governadora Marina del Pilar Ávila informou que dez pessoas estão desaparecidas e que uma menina foi encontrada morta. Esses casos são distintos da morte registrada em Guerrero durante a passagem de Simón.

A temporada de furacões pode ser mais intensa neste ano por causa do El Niño, fenômeno que aquece as águas do Pacífico e favorece a formação de ciclones intensos. No Atlântico, o primeiro ciclone da temporada, Isaías, deixou ao menos quatro mortos depois de tocar o solo em 9 de outubro, na costa americana do Golfo do México.

Para entender

Escala Saffir-Simpson
Sistema que classifica furacões em cinco categorias com base na velocidade dos ventos. A categoria indica a intensidade do vento, mas não determina sozinha os danos, que também dependem de fatores como chuva, relevo e condições locais.

Fontes: Zero Hora

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

Leia também