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Segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Brasil garante vaga na final por equipes do Mundial de ginástica 2026

Rebeca Andrade liderou a classificatória do salto, e Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira avançaram ao individual geral; a equipe volta a competir na quarta-feira.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Ginastas competem em um ginásio durante o Mundial de Ginástica Artística. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Ginastas competem em um ginásio durante o Mundial de Ginástica Artística.
Resumo em 30 segundos

O Brasil ficou em oitavo lugar na classificatória por equipes do Mundial de Ginástica Artística, posição que garantiu vaga na final. Rebeca Andrade avançou à decisão do salto, enquanto Flávia Saraiva disputará a trave e o individual geral, prova que também terá Lorrane Oliveira. A seleção poderá competir por cinco medalhas.

O Brasil se classificou para a final por equipes do Mundial de Ginástica Artística, nesta segunda-feira (19), em Roterdã, na Holanda. Rebeca Andrade também avançou à decisão do salto, enquanto Flávia Saraiva garantiu vaga na trave e no individual geral; Lorrane Oliveira disputará esta última prova. A seleção terá a chance de competir por cinco medalhas nas finais do campeonato.

Com 159,131 pontos somados pelas cinco ginastas, o Brasil terminou a classificatória por equipes na oitava posição, a última que dava vaga na decisão. A equipe ficou à frente do Canadá e volta a competir na quarta-feira, ao lado das outras sete seleções classificadas.

Rebeca passou à final do salto em primeiro lugar, com média de 14,533 pontos. Ela recebeu 14,400 no primeiro salto e 14,266 no segundo. Na trave, porém, caiu durante uma acrobacia e marcou 13,033, resultado abaixo dos 14,400 de Flávia, a melhor nota brasileira no aparelho.

Flávia terminou a classificatória da trave em terceiro lugar e também avançou ao individual geral, prova que reúne as notas dos quatro aparelhos. Com 53,566 pontos, ficou em 12º lugar entre as 24 finalistas. Lorrane também estará na decisão: somou 52,165 e terminou em 22º.

Thaís Fidelis e Sophia Weisberg completaram a equipe e contribuíram para a pontuação coletiva, mas não avançaram às finais individuais. Thaís voltou a disputar um Mundial depois de sete anos. Após interromper a carreira, retornou às competições em 2025 e conquistou medalhas no Troféu Brasil e no Pan-Americano.

Sophia, a mais jovem do grupo, também obteve pódios no Pan-Americano nesta temporada. A seleção reúne ginastas experientes, como Rebeca e Flávia, e atletas em ascensão. Gabriela Bouças, de 17 anos, é reserva e pode ser chamada caso a comissão técnica precise substituir uma integrante na final por equipes.

A volta de Rebeca ao Mundial ocorre depois de ela ter ficado fora da edição de 2025 e de retornar às competições em junho deste ano, no Pan-Americano, após uma pausa. Em Roterdã, ela competiu no salto e na trave. A ginasta também já havia anunciado que não disputaria mais o solo, aparelho que, segundo ela, causa mais impacto e exige atenção diante de seu histórico de cirurgias no joelho.

As classificatórias definem tanto as finalistas individuais quanto as equipes que avançam à disputa por medalhas. No individual geral, as notas dos quatro aparelhos são somadas; nas finais por aparelho, competem as ginastas que obtiveram os melhores resultados naquela prova.

Fontes: Estadão, Folha de S.Paulo

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