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Domingo, 4 de outubro de 2026

Maurício Marcon lidera votação para deputado federal no Rio Grande do Sul

Com 100% da apuração das eleições 2026 no Rio Grande do Sul, o PL também reelegeu o deputado, que recebeu 379.834 votos; 31 cadeiras foram definidas.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Político discursa em um evento público após a divulgação do resultado eleitoral. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Político discursa em um evento público após a divulgação do resultado eleitoral.
Resumo em 30 segundos

Maurício Marcon (PL) foi reeleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul e teve a maior votação para o cargo no estado, com 379.834 votos. Fernanda Melchionna (PSOL) e Giovani Cherini (PL) ficaram em segundo e terceiro lugares. As 31 cadeiras gaúchas na Câmara foram definidas, e os eleitos tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027.

Com 100% das urnas apuradas neste domingo (4), Maurício Marcon (PL) foi reeleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul e liderou a votação para o cargo no estado, com 379.834 votos. Fernanda Melchionna (PSOL) ficou em segundo lugar, com 280.262 votos, e Giovani Cherini (PL) terminou em terceiro, com 234.171. Ao todo, foram definidas as 31 cadeiras gaúchas na Câmara dos Deputados para a próxima legislatura.

A lista dos eleitos também inclui Rony Gabriel (Podemos), com 223.643 votos; Alceu Moreira (MDB), com 217.208; e Maria do Rosario (PT), com 173.788. Pedro Westphalen (PP) recebeu 128.095 votos, Covatti Filho (PP), 123.360, e Daiana Santos (PCdoB), 114.315. O resultado inclui ainda candidatos de outras legendas, como PL, PT, PSD, Republicanos, Novo e PDT.

Marcon nasceu em Caxias do Sul e foi eleito para a Câmara pela primeira vez em 2022, depois de ter sido vereador do município. Ele afirmou que pretende trabalhar para “voltar a botar o Rio Grande do Sul nos eixos” e disse que sua atuação no novo mandato será de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2022, recebeu 140.634 votos, segundo os dados divulgados sobre sua trajetória eleitoral.

A eleição para deputado federal segue o sistema proporcional. Nesse modelo, as cadeiras são distribuídas entre partidos e federações conforme a votação total de cada grupo, que considera tanto os votos nominais nos candidatos quanto os votos de legenda. Depois, as vagas são preenchidas pelos candidatos mais votados dentro das listas, conforme as regras eleitorais; por isso, a votação individual não determina sozinha quem conquista uma cadeira.

O estado teve 8.516.465 eleitores. Compareceram 6.697.424, e 6.081.271 votos foram considerados válidos. Os votos em branco somaram 438.835, ou 6,55% do total, e os nulos foram 149.707, equivalentes a 2,24%. A abstenção ficou em 21,36%.

Os deputados federais eleitos tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027. O mandato dura quatro anos; cabe aos parlamentares propor e votar leis, fiscalizar ações do governo federal e discutir o orçamento da União na Câmara dos Deputados.

Para entender

Sistema proporcional
Na eleição para deputado federal, as cadeiras são distribuídas entre partidos e federações conforme a votação total de cada grupo, que inclui votos nos candidatos e votos de legenda. Depois, as vagas são preenchidas pelos candidatos mais votados dentro de cada partido ou federação, conforme as regras eleitorais.

Fontes: Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, Zero Hora

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