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Domingo, 18 de outubro de 2026

Andreas Pereira recebe segundo amarelo após chutar segunda bola

A Regra 12 prevê falta por chutar outra bola contra a que está em jogo, mas a presença de uma bola extra não obriga o árbitro a parar a partida.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Duas bolas no gramado de um estádio durante uma partida de futebol, com jogadores ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Duas bolas no gramado de um estádio durante uma partida de futebol, com jogadores ao fundo.
Resumo em 30 segundos

Andreas Pereira foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por chutar uma bola devolvida da arquibancada contra a bola em jogo. A Regra 12 prevê tiro livre direto para esse tipo de ação. A bola extra, por si só, não exige a interrupção da partida; a advertência depende da interpretação da conduta.

Andreas Pereira foi expulso na partida entre Palmeiras e Athletico-PR depois de receber o segundo cartão amarelo por chutar uma bola que havia sido devolvida ao campo contra a bola em jogo. O árbitro marcou falta e expulsou o meio-campista, em lance no qual a presença de duas bolas no gramado não obrigava, por si só, a interromper a partida.

A jogada começou quando um defensor do Palmeiras mandou a bola para a arquibancada. Um torcedor do Athletico-PR a devolveu, e ela parou no meio-campo. O árbitro deixou o jogo seguir. Quando se aproximou das duas bolas, Andreas chutou a que havia voltado da arquibancada na direção da bola em jogo, que estava perto de um adversário.

A Regra 12 do futebol prevê tiro livre direto quando um jogador chuta ou arremessa um objeto contra um adversário ou contra a bola em jogo. A regra inclui outra bola nessa definição. Assim, a infração não depende de o objeto atingir diretamente um jogador: chutar uma segunda bola contra a que está sendo disputada também pode resultar em falta.

A existência de uma bola extra no campo não exige automaticamente que o árbitro pare a partida. A interrupção é necessária se essa bola interferir no jogo. No lance de Andreas, a decisão foi marcar a falta pela ação do jogador, e não simplesmente pela presença da bola devolvida pela torcida.

A Regra 12 não determina expressamente que a ação resulte em cartão amarelo. A interpretação descrita para o lance considera o gesto conduta antidesportiva, passível de advertência. Como Andreas já tinha sido advertido antes, o segundo amarelo levou ao cartão vermelho e à expulsão.

O episódio tem semelhança com um lance de 2024, quando foi marcado pênalti para o Flamengo contra o Criciúma após uma situação envolvendo outra bola. Maguielson, que trabalhou como quarto árbitro no jogo entre Palmeiras e Athletico-PR, também estava envolvido naquela partida. A avaliação apresentada para os dois casos foi de que as decisões de marcar a penalidade em 2024 e a falta com expulsão de Andreas foram corretas.

A Regra 12 reúne as principais infrações e condutas que podem levar a tiros livres, pênaltis e advertências ou expulsões. Ela orienta a arbitragem sobre ações como jogar ou chutar objetos durante a partida; a sanção disciplinar, porém, depende da natureza da conduta e das circunstâncias do lance.

Fontes: Estadão

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