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Terça-feira, 13 de outubro de 2026

Nvidia pode destinar chips da RTX 5090 a placas RTX Pro

Relatos de usuários que acompanham vazamentos apontam que a fabricante reservaria o GB202 para modelos profissionais, mas a empresa não confirmou a mudança.

Por Redação Plantão Paulista 2 min de leitura
Imagem gerada por IA: Placa de vídeo de alto desempenho ao lado de uma estação de trabalho, com um data center ao fundo. Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA: Placa de vídeo de alto desempenho ao lado de uma estação de trabalho, com um data center ao fundo.
Resumo em 30 segundos

Dois usuários que acompanham vazamentos afirmam que a Nvidia pode interromper a produção e a venda da GeForce RTX 5090 para destinar chips GB202 às placas RTX Pro. A empresa não confirmou a informação nem anunciou mudanças na distribuição. A possível decisão ocorre em meio à procura por componentes para aplicações de inteligência artificial.

A Nvidia pode ter interrompido a produção e a venda da GeForce RTX 5090 para reservar o chip GB202 aos modelos profissionais RTX Pro. A mudança ainda não foi confirmada pela empresa e foi apontada por dois usuários que acompanham vazamentos de tecnologia, hongxing2020 e Zed__Wang, em publicações na rede social X.

O GB202 é a unidade de processamento gráfico (GPU) que equipa a RTX 5090 e integra a arquitetura Blackwell. Segundo os relatos, os chips disponíveis seriam destinados às placas RTX Pro, usadas em estações de trabalho de alto desempenho, data centers e aplicações de inteligência artificial (IA).

A possível decisão ocorre em meio à pressão sobre o fornecimento de componentes e à procura crescente por capacidade computacional para IA. A RTX 5090 também pode atender a tarefas profissionais e, por isso, competir com aceleradores mais caros da própria Nvidia. Direcionar os chips a produtos voltados ao mercado profissional poderia ampliar o retorno comercial da empresa, embora a Nvidia não tenha confirmado essa motivação.

A RTX 5090 foi lançada em janeiro de 2025 e é uma placa de vídeo de alto desempenho para consumidores. O modelo usa 32 GB de memória GDDR7. Seu consumo de energia elevado e o preço foram apontados como fatores que podem pesar na decisão de compra, e a escassez de chips de memória contribuiu para encarecer placas de vídeo.

A disputa por esses componentes também tem relação com restrições de exportação. Um estabelecimento nos Estados Unidos, por exemplo, exigiu que um comprador assinasse um documento comprometendo-se a não enviar uma RTX 5090 para outro país. A medida foi apresentada como parte dos cuidados para impedir que placas cheguem à China, mercado sujeito a controles de exportação de tecnologia avançada.

A eventual mudança não significa, por si só, que a RTX 5090 Ti — uma versão que aparece entre as buscas dos consumidores — tenha sido anunciada. Também não há confirmação de que as versões Founders Edition ou Aorus Master OC estejam sendo retiradas, nem informações oficiais sobre alterações em drivers ou no preço do modelo no Brasil.

A Nvidia mantém placas de vídeo para consumidores, mas tem ampliado sua atuação em produtos ligados à inteligência artificial. Por enquanto, a situação da RTX 5090 depende de relatos não confirmados: a empresa não anunciou o fim da fabricação nem detalhou uma mudança na distribuição do GB202.

Para entender

GB202
É uma unidade de processamento gráfico da arquitetura Blackwell, da Nvidia. O chip equipa a GeForce RTX 5090 e também está associado a modelos profissionais RTX Pro.

Fontes: Estadão

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir de informações públicas, com checagens automáticas de fatos e de originalidade. Encontrou um erro? Avise-nos.

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